Become a member

Get the best offers and updates relating to Liberty Case News.

― Advertisement ―

spot_img

A Coreografia de Micheal Jackson e de Bob Fosse em Pequeno Príncipe

Olha o papo desse bicho: Bob Fosse e Michael Jackson na malandragem da dança! Égua, mano e mana! Vocês já pararam pra ficar de mutuca...

Boletim #09

InícioEstilo de VidaO Voo da Garça Namoradeira: A Epopeia de Dona Onete e a...

O Voo da Garça Namoradeira: A Epopeia de Dona Onete e a Revolução do Carimbó Chamegado nas Águas do Grão-Pará

Dona Onete: A Caboca Porruda que Fez o Mundo Ficar Ligado no Banzeiro do Pará

Olha já, mano! Falar da trajetória musical de Ionete da Silveira Gama, a nossa eterna e pai d'égua Dona Onete, não é só contar a história de uma cantora que estourou depois de dobrar o cabo da boa esperança. É mergulhar fundo no banzeiro de uma Amazônia que pulsa, que treme e que não te esperô para mostrar sua força.

Nascida sob o sol de Cachoeira do Arari, lá na Ilha do Marajó, em 18 de junho de 1939, essa caboca porruda transformou o cotidiano ribeirinho em uma poesia saliente que fez o mundo todo ficar ligado no que é que o Pará tem. Égua, a mulher é o bicho!

Para entender como essa professora de história se metamorfoseou na Rainha do Carimbó Chamegado, é preciso navegar pelos igarapés da sua infância, enfrentar a porrada de um casamento opressor e desaguar na glória internacional. Ela não é meia tigela, não. Atingiu o sucesso já com a idade avançada, mostrando que é duro na queda e que nunca entregou o farelo.

Dona Onete é só o filé da nossa cultura. Deixou todo mundo pagando quando dividiu o palco com estrelas do quilate de Mariah Carey na COP 30. Quem diria que aquela cunhantã que cresceu à pulso no interior ia levar o nosso pitiú e o cheiro do nosso tacacá pros gringos tudo ficarem doidos?

Te mete, que a trajetória dela é chibata demais!

A Raiz Marajoara e o Triângulo de Vida de uma Cunhantã Curiosa

Olha o papo dessa bicho, mano: a gênese de Dona Onete está fincada no que ela mesma batizou de seu “triângulo de vida”. Essa tríade geográfica é formada pela Ilha do Marajó, Igarapé-Miri e Belém. Lá em Cachoeira do Arari, o ambiente era marcado por uma fartura de castanha-do-pará e uma vida de bubuia , onde o leite vinha direto da vaca e as lendas de visagem faziam parte do imaginário de qualquer curumim.

Aos três anos, a pequena Ionete mudou-se para a capital, Belém, sendo criada pela avó paterna, Quitéria. A velha era uma parteira respeitadíssima que conhecia todos os segredos das ervas e dos chás de cura.

Essa convivência com a avó foi o primeiro mestre-escola da futura diva. Acompanhando Quitéria pelos interiores, Dona Onete ficou escovada nos saberes da floresta. Ela aprendeu que a natureza não é apenas cenário, mas uma escola viva onde se deve espiar as estrelas e entender o ritmo das águas.

Foi nessa época, perambulando pela beira do Rio das Flores, em Igarapé-Miri, que a cantoria começou de forma quase sobrenatural:

  • Aos nove anos, ela já entoava versos para os botos.

  • Os bichos se aproximavam em bando para ouvir aquela voz rouca e doce.

  • Essa conexão mística com as encantarias e os seres do fundo do rio sedimentou a base lírica de suas mais de 300 composições.

  • Nas letras dela, o boto não é apenas um animal, mas um entrometido namorador que encanta a cunhantã na beira do porto.

Égua, essa mulher é o bicho mermo!

Marcos da Infância e Formação Ancestral

 

EventoContexto e LocalizaçãoInfluência na Obra
Nascimento (1939)Cachoeira do Arari, MarajóIdentidade marajoara e ritmo do carimbó de raiz.4
Criação com a Avó QuitériaBelém e Interiores do ParáConhecimento de ervas, banhos de cheiro e cura natural.1
Cantoria para os Botos (9 anos)Rio das Flores, Igarapé-MiriSurgimento da temática das encantarias e lendas amazônicas.10
Mudança para Igarapé-MiriBaixo TocantinsContato com o carimbó moderno e ritmos da beira do rio.11

O Silêncio da Professora e a Resistência em Igarapé-Miri

Égua, mano, se hoje a Dona Onete é o bicho no palco , a trajetória dessa mana foi marcada por décadas de um silêncio imposto por uma sociedade carrancuda. Ao casar-se aos 19 anos, ela enfrentou um marido opressor e ciumento que não queria saber de música e muito menos de independência feminina.

Por 25 anos, a paixão artística de Ionete ficou embiocada. Ela precisava agir com migué, compondo escondida e guardando seus versos em gavetas mentais para evitar as brigas em casa. O marido, que não manjava nada da alma de artista da esposa, chegava a ridicularizar seus esforços intelectuais, chamando seus diplomas de “diplomazinho de burridade”.

Contudo, essa caboca é duro na queda. Mesmo sob repressão, ela não parou de matutar. Dá uma olhada no que ela aprontou:

  • Formou-se professora e dedicou sua vida ao chão da escola em Igarapé-Miri, lecionando História, Geografia e Estudos Paraenses.

  • Sua atuação não era apenas pedagógica; era política, pois filiou-se ao sindicato e tornou-se uma líder na comunidade.

  • Chegou a ocupar o cargo de Secretária de Cultura do município na década de 1990.

  • Em 1989, fundou o grupo folclórico Canarana, uma iniciativa pai d'égua para preservar nossas danças e músicas.

  • Como educadora, Ionete era reconhecida pela leveza e visão crítica, incentivando a galera a valorizar a cultura do Pará.

Essa mulher não é meia tigela , ela é só o filé da resistência!

A Jornada Profissional na Educação e Cultura

 

PeríodoFunçãoRealizações Significativas
Década de 1950Alfabetizadora (16 anos)Início da carreira docente em comunidades rurais.13
1970 – 1990Professora de História e GeografiaEducação de base e pesquisa sobre tradições do Baixo Tocantins.1
1989Fundadora do Grupo CanaranaResgate de ritmos como banguê, siriá e lundu.14
1993 – 1996Secretária de Cultura de Igarapé-MiriGestão cultural e fomento a grupos folclóricos locais.5

A Metamorfose: Do Giz ao Carimbó Chamegado

A vida de Dona Onete deu uma guinada discunforme quando ela finalmente se libertou do primeiro casamento. Após a separação e a aposentadoria, ela mudou-se para o bairro da Pedreira, em Belém, o famoso bairro do samba e do amor.6 Já com mais de 60 anos, a oportunidade de seguir carreira artística surgiu de forma espontânea, bem ali, na porta de sua casa. Integrantes do grupo de rock Coletivo Rádio Cipó a ouviram cantarolando enquanto lavava roupa ou descansava, e ficaram impressionados com a malícia e a originalidade de suas letras.4

Foi o início de uma colaboração chibata. Onete passou a acompanhar a banda, misturando o som pesado do rock com o balanço do carimbó, provando que não era nenhuma lesa e que sabia muito bem como fazer o público ferver.4 Desse encontro, nasceu o conceito do “Carimbó Chamegado”. Diferente do carimbó tradicional da Zona do Salgado, que é mais rápido e seco, o chamegado de Dona Onete traz a cadência das águas doces do Baixo Tocantins.11 É um ritmo mais sensual, mais lento, feito para dançar coladinho, onde o “chamego” — que ela define como beijo na boca, cafuné e abraço apertado — é a regra absoluta.1

A consagração nacional começou a ganhar corpo com o projeto Terruá Pará, em 2006. No Auditório Ibirapuera, em São Paulo, aquela senhora de flor no cabelo cantou “Ê, ê, ê moreno” à capela e deixou todo mundo encabulado com tamanha força.4 O produtor Carlos Eduardo Miranda percebeu que Dona Onete era a semente mais preciosa da música paraense, e não demorou para que ela se tornasse a diva que o Brasil precisava conhecer.4

Discografia: O Feitiço que Treme o Mundo

Olha só, mano, a carreira solo de Dona Onete é um exemplo maceta de que nunca é tarde para brilhar. O primeiro disco dela, Feitiço Caboclo, foi lançado em 2012, quando a mana já estava com 73 anos de idade. O álbum foi recebido com um entusiasmo pai d'égua pela crítica, que destacou aquela voz dela e o domínio de vários estilos.

Nele, sucessos como “Jamburana” viraram hinos da nossa terra, descrevendo com precisão aquele efeito do jambu que deixa a boca muito louca e faz o tremor descer até o céu da boca. Égua, é só o filé!

Depois, em 2016, veio o álbum Banzeiro, que confirmou de vez que ela é a rainha. Saca só os detalhes desse agito:

  • O termo “banzeiro” se refere às ondas que os barcos fazem nos rios e serve como metáfora para a energia das festas dela.

  • Dona Onete usa as letras para valorizar a nossa botânica, citando ervas como pataqueira, priprioca e patchouli.

  • A música dela vira um verdadeiro banho de cheiro para quem está ouvindo.

Essa mulher não é meia tigela , ela é o bicho!

 

Análise da Produção Discográfica e Hits

 

Álbum / DVDAnoTemática PrincipalMúsicas de Destaque
Feitiço Caboclo2012Estreia e raízes caboclas“Feitiço Caboclo”, “Jamburana”.11
Banzeiro2016Aromas, rios e festas“Banzeiro”, “No Meio do Pitiú”.3
Flor da Lua (Ao Vivo)2017Registro de show em Belém“Boto Namorador”, “Tipiti”.11
Rebujo2019Mistura caribenha e social“Musa da Babilônia”, “Tambor do Norte”.5
Bagaceira2024Vitalidade e celebração“Festa do Tubarão”, “Bagaceira”.25

“No Meio do Pitiú”: O Romance que é o Bicho no Ver-o-Peso

Olha já, mano! A canção “No Meio do Pitiú” é uma obra-prima da nossa terra. Nela, a nossa rainha Onete narra o romance entre uma garça namoradeira e um urubu escovado lá na doca do Ver-o-Peso.

Ao usar o termo “pitiú” — aquele cheiro forte de peixe que muita gente de fora acha escroto —, ela dá um nó nessa história e transforma o estigma da capital em pura identidade cultural e orgulho da nossa gente.

Saca só por que essa música é só o filé:

  • A composição é tão pai d'égua que faz o ouvinte sentir o tremor do jambu em cada nota.

  • O som traz o perfume das ervas da feira, como se tu estivesses bem ali no meio do mercado.

  • Ela ressignifica o que é ser caboco, mostrando que nossa essência está no cotidiano da beira do rio.

Te mete que essa música é o bicho e não tem migué!

Do Ver-o-Peso para a Quinta Avenida: O Voo Internacional que é o Bicho!

Olha já, mano, a Dona Onete não ficou só por aqui, não. O carimbó chamegado atravessou o oceano e fez o povo da gringa esfregar o côro de tanto dançar. A nossa rainha já se apresentou em mais de 22 países, incluindo França, Reino Unido, Portugal e Alemanha. Em setembro de 2016, a diva fez a Quinta Avenida, lá em Nova York, tremer de verdade. O show na Elabash City Hall estava lotado, e ícones como Caetano Veloso e David Byrne fizeram questão de ir ao camarim dar um abraço nela. Te mete!

Mesmo com toda essa fama maceta, Dona Onete continua sendo aquela caboca simples que não se governa por padrões de idade. Em suas entrevistas, ela sempre reforça que a juventude está na mente e que a luta para realizar os sonhos é constante. Saca só as honrarias que essa porruda recebeu:

  • Recebeu a Ordem do Mérito Cultural em 2017.

  • Em 2023, sua obra foi declarada Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará, garantindo que o seu legado nunca vai se escafeder.

O momento mais recente de glória discunforme foi sua participação na COP 30, em 2025. Dividir o palco com Mariah Carey no evento “Amazônia Live Hoje e Sempre” foi o selo definitivo de sua importância global. Ali, diante de líderes mundiais, a voz de Dona Onete ecoou não apenas como entretenimento, mas como um chamado urgente para a preservação da floresta e o respeito à cultura de quem cresceu à pulso na beira do rio. Égua, essa mulher é só o filé!

Conclusão: A Majestade que faz o Jambu Tremer

Olha o papo desse bicho: analisar a trajetória de Dona Onete é entender que a nossa cultura paraense é uma mistura só o filé de resistência e alegria. De professora de história lá em Igarapé-Miri a estrela internacional brilhando na COP 30, a Ionete da Silveira Gama provou que o tempo do caboco é diferente do tempo do relógio. Ela teve as manhas de transformar o pitiú em perfume, o chamego em ritmo e a opressão em liberdade.

A Dona Onete é a prova de que a nossa cultura é maceta e que o carimbó, quando é feito com alma, faz o mundo todo esfregar o côro. Ela é a nossa matriarca, a guardiã das visagens e das encantarias. É a professora que continua ensinando, agora do palco, que a Amazônia é viva, vibrante e, acima de tudo, pai d'égua.

Como ela mesma diz, as homenagens têm que ser feitas em vida. E a galera do Pará, do Brasil e do mundo já deu o veredito: Dona Onete é a rainha absoluta do nosso coração caboclo. Tá selado!

 

Referências citadas

  1. Dona Onete: de professora a rainha do carimbó aos 86 anos – Clínica Ideal, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.clinicaideal.com/blog/dona-onete-de-professora-a-rainha-do-carimbo-aos-86-anos/
  2. Dona Onete, a diva do carimbó – – Revista Trip – UOL, acessado em janeiro 29, 2026, https://revistatrip.uol.com.br/tpm/dona-onete-comecou-carreira-depois-dos-70-e-cantava-escondida-do-marido
  3. Significado da música BANZEIRO (Dona Onete) – LETRAS.MUS.BR, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.letras.mus.br/dona-onete/banzeiro/significado.html
  4. Dona Onete | Enciclopédia Itaú Cultural, acessado em janeiro 29, 2026, https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/64119-dona-onete
  5. Dona Onete – Wikipedia, acessado em janeiro 29, 2026, https://en.wikipedia.org/wiki/Dona_Onete
  6. Territórios: triângulo de vida – Dona Onete – Ocupação, acessado em janeiro 29, 2026, https://ocupacao.icnetworks.org/ocupacao/dona-onete/territorios-triangulo-de-vida/
  7. Entrevista com Dona Onete: A rainha do Carimbó Chamegado …, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.ivt.coppe.ufrj.br/caderno/article/view/2328
  8. girias+do+para.pdf
  9. A impressionante história da vida de DONA ONETE: a Rainha do Carimbó – YouTube, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=NylNqlSWLaU
  10. Dona Onete, a diva do Carimbó, chega à Austrália | SBS Portuguese, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.sbs.com.au/language/portuguese/pt/podcast-episode/meet-dona-onete-the-amazon-woman-who-released-her-first-album-at-73/tjyds7kin
  11. Rainha do Carimbó Chamegado – Ocupação Dona Onete, acessado em janeiro 29, 2026, https://ocupacao.icnetworks.org/ocupacao/dona-onete/rainha-do-carimbo-chamegado/
  12. Banzeiro, o novo feitiço de Dona Onete – el Cabong, acessado em janeiro 29, 2026, https://elcabong.com.br/o-novo-feitico-de-dona-onete/
  13. Antes de cantar o Pará, dona Onete foi por 25 anos professora – Revista Educação, acessado em janeiro 29, 2026, https://revistaeducacao.com.br/2023/04/24/dona-onete-professora/
  14. Dona Onete: rainha do carimbó agora é patrimônio do Pará | Radioagência Nacional, acessado em janeiro 29, 2026, https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2023-09/dona-onete-rainha-do-carimbo-agora-e-patrimonio-do-para
  15. Conheça Dona Onete, a diva do carimbó chamegado – Portal Amazônia, acessado em janeiro 29, 2026, https://portalamazonia.com/musica/dona-onete-a-diva-do-carimbo-chamegado/
  16. Ocupação Dona Onete by Itaú Cultural – Issuu, acessado em janeiro 29, 2026, https://issuu.com/itaucultural/docs/ocupacaodonaonete-publicacao
  17. Dona Onete – Ao Sul do Mundo, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.aosuldomundo.pt/dona-onete
  18. Jamburana – Dona Onete – VAGALUME, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.vagalume.com.br/dona-onete/jamburana.html
  19. Dona Onete conta como surgiu a ideia de compor “Jamburana” – YouTube, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=3XCvLZdHpOI
  20. Dona Onete – Dicionário Cravo Albin da Música popular Brasileira, acessado em janeiro 29, 2026, https://dicionariompb.com.br/artista/dona-onete/
  21. Significado da música BANZEIRO (Daniela Mercury) – LETRAS.MUS.BR, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.letras.mus.br/daniela-mercury/banzeiro/significado.html
  22. Lendas e encantarias: cultura paraense expressa na obra de Dona Onete | Agência Brasil, acessado em janeiro 29, 2026, https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/lendas-e-encantarias-cultura-paraense-expressa-na-obra-de-dona-onete
  23. Álbuns e discografia de Dona Onete – Last.fm, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.last.fm/pt/music/Dona+Onete/+albums
  24. Dona Onete: albums, songs, concerts | Deezer, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.deezer.com/en/artist/4741065
  25. ‎Dona Onete en Apple Music, acessado em janeiro 29, 2026, https://music.apple.com/bo/artist/dona-onete/292830845
  26. Dona Onete reforça, em ‘Bagaceira', que palavras são feitas para cantar – Jornal de Brasília, acessado em janeiro 29, 2026, https://jornaldebrasilia.com.br/viva/musica/dona-onete-reforca-em-bagaceira-que-palavras-sao-feitas-para-cantar/
  27. Significado da música NO MEIO DO PITIÚ (Dona Onete) – LETRAS.MUS.BR, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.letras.mus.br/dona-onete/no-meio-do-pitiu/significado.html
  28. Artigo: Dona Onete e Max Martins: a Belém dançante e intelectual ‘no meio do pitiú', acessado em janeiro 29, 2026, https://www.oliberal.com/belempraveresentir/artigo-dona-onete-e-max-martins-a-belem-dancante-e-intelectual-no-meio-do-pitiu-1.766702
  29. ‘Não me entrego para essa história de idade': as lições de Dona Onete, 86, rainha do carimbó – YouTube, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.youtube.com/shorts/q_pHIOw6OWY
  30. ETNOMUSICOLOGIA, O CARIMBÓ CHAMEGADO, VISIBILIDADE E PROPAGAÇÃO DA PRODUÇÃO MUSICAL DE DONA ONETE – Atena Editora, acessado em janeiro 29, 2026, https://atenaeditora.com.br/catalogo/post/etnomusicologia-o-carimbo-chamegado-visibilidade-e-propagacao-da-producao-musical-de-dona-onete
  31. TMDQA! entrevista: Dona Onete é a artista homenageada na segunda edição do Troféu Tradições, da UBC – Tenho Mais Discos Que Amigos, acessado em janeiro 29, 2026, https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2022/06/17/dona-onete-tmdqa-entrevista/