O Leão Azul: O Rei da Amazônia Cheio de Pavulagem
Se tem uma coisa que é de rocha e todo mundo sabe aqui em Belém, é que o Clube do Remo não é só um time de futebol; o negócio é a própria alma do povo paraense. O Leão Azul, conhecido como “Filho da Glória e do Triunfo”, tá completando 120 anos em 2025 e continua invocado, mostrando quem é que manda nessa terra.
Do Rio pro Gramado: Cresceu a Pulso
No começo, o Remo era coisa de gente chique, só no remo lá na Baía do Guajará. Mas com o tempo, o clube virou paixão do povão, cresceu a pulso e hoje é essa potência que a gente vê. Quem diz que o Remo não é o verdadeiro “Rei da Amazônia” com certeza tá leso ou tá contando potoca.
O Fenômeno Azul: Uma Torcida Discunforme
Maninho, tu precisas ver a torcida! É o tal do “Fenômeno Azul”. Quando tem jogo, é gente discunforme lotando o estádio. É uma galera apaixonada que faz uma bumbarqueira sem fim. É tanta gente que fica até teitei!
A Volta por Cima: O Leão tá Só o Filé
Depois de uns tempos difíceis, onde parecia que a coisa tinha dado prego, o Leão meteu a cara em 2024 e 2025 e mostrou a sua força. O time voltou pra elite do futebol nacional e agora tá só o filé. Quem secou o Remo e ficou goriando , quebrou a cara, porque o Leão é duro na queda!
O Começo da Pavulagem: O Nascimento do Leão (1905–1911)
1. Belém no Tempo da Riqueza
Olha já, pra tu entenderes como nasceu o Clube do Remo, tem que voltar lá pro começo do século XX. Belém tava só o filé, mana! Era o tempo da borracha, dinheiro discunforme rolando e a elite cheia de pavulagem, querendo imitar a Europa. Nessa época, o esporte de rico era o remo. A galera queria mostrar que tinha força no braço pra puxar o remo nos rios da nossa terra.
2. A Rumpança no Sport Club do Pará
O negócio surgiu de uma briga feia, parente. Dizem que foi quase um pé de porrada lá dentro do Sport Club do Pará. Em 1905, sete cabocos invocados — gente carrancuda que não leva desaforo pra casa — se estressaram com a diretoria de lá. O clima ficou pesado, aquela inhaca de confusão no ar.
Esses sete manos (Victor, Raul, Eugênio, Narciso, José, Vasco e Jean), que eram muito cabeça , decidiram pegar o beco. Eles disseram: “Bora fundar o nosso!”. E assim, no dia 5 de fevereiro de 1905, criaram o “Grupo do Remo”. O nome era simples, sem lero lero , pra mostrar que o negócio era cair na água de casco ou canoa e ganhar tudo.
3. Deu Prego, mas Voltou com Tudo
No começo foi bacana, mas depois o clube passou um perrengue. Lá por 1908, o negócio deu prego, parecia que já era. O clube ficou embiocado, sem atividade nenhuma.
Mas o Remo é duro na queda! Em 15 de agosto de 1911, a turma se reuniu de novo, resolveu indireitar as coisas e o clube renasceu das cinzas. Foi aí que a elite de Belém abriu o bolso de novo e o time ficou de rocha, pronto pra virar o “Rei da Amazônia”.
O Leão Solta o Rugido: Do Rio pro Gramado (1913–1917)
1. Largando a Bubuia e Pegando na Bola
Lá pela segunda década do século XX, o futebol deixou de ser coisa só pra inglês ver e virou paixão de doido aqui no Brasil. O Remo, que não é leso nem nada, viu que a galera tava gostando desse tal de “Sport Bretão” e, em 1913, criou o departamento de futebol. Foi aí que a história mudou de vez, mano!
2. O Primeiro Jogo: Foi Panema mas Valdreu
A estreia foi no dia 21 de abril de 1913, feriado de Tiradentes, lá na Praça Floriano Peixoto, em São Braz. O adversário era o Guarany. Mas vou te contar, o jogo foi meio malamá, terminou num 0 a 0 sem graça.
Mas olha só a escalação dessa cambada de pioneiros, que é pra tu respeitar:
No gol: Bernardino
Na zaga: Valrreman e Eurico
No meio: Dudu, Aimeé e Mamede
No ataque: Galdino, Mário, Antonico, Dudu 2º e Rubilar
3. A Primeira Taca e o Gol do Rubilar
Se o primeiro jogo foi morno, no dia 13 de maio o Leão mostrou as garras. Pegou o mesmo Guarany e aplicou uma taca de 4 a 1! O time tava brocado por gol. Quem balançou a rede pela primeira vez na história foi o Rubilar, o cara era invocado mesmo e já tava lá desde a reorganização de 1911. Foi aí que começou a fama de time artilheiro.
4. Virou “Clube” e Ninguém Segurou (O Hepta)
Em 1914, viram que o negócio tava grande demais pra ser só um grupo de amigos. Aí mudaram o nome de “Grupo do Remo” para Clube do Remo. Ficou chibata, né?
E aí, meu amigo, começou a humilhação pros rivais. De 1913 a 1919, o Remo foi dono do pedaço. Ganhou o Heptacampeonato Paraense, sete anos seguidos levantando taça, muitas vezes sem perder pra ninguém. O time era duro na queda e só o filé! Os adversários que lutassem, porque o Leão tava com a pavulagem lá em cima.
As Cores, o Bicho e a Toada: A Mística Azulina
A gente sabe que pro clube durar tanto tempo, tem que ter símbolos que a galera respeita. No Remo, o manto, o leão e o hino são sagrados. É coisa de emocionar qualquer paraense.
1. O Azul que Treme a Terra e a Âncora
O azul-marinho não é qualquer cor não, parente. É homenagem ao nosso rio e às raízes de quem vivia na água. A bandeira traz aquela âncora branca no meio, que é pra mostrar estabilidade e esperança. É o símbolo de que o clube é di rocha, firme igual uma estaca, do jeito que os fundadores queriam lá em 1905.
2. O Leão Azul: O Bicho é Invocado!
O Leão não nasceu com o clube, ele apareceu lá pela década de 30. Escolheram logo o Rei da Selva porque o bicho representa nobreza e aquela garra de quem não leva desaforo pra casa. O time tem que ser bravo!
Lá no Baenão, tem até uma estátua do Leão em tamanho real, vigiando o campo. É o famoso “Leão Azul de Antônio Baena”. E ainda tem o apelido “Filho da Glória e do Triunfo”, que é pura pavulagem de quem nasceu pra vencer. Te mete com esse mascote!
3. O Hino: Da Folia pra História
Tu sabias que o hino do Remo começou no carnaval? É sério, mano! A melodia era de uma marcha do bloco “Cadetes Azulinos”, de 1933, feita pelo Emílio Albim. Era pra fazer bumbarqueira na rua.
Aí veio o poeta Antônio Tavernard, que era muito cabeça, pegou a música e mudou umas 30 palavras pra criar o “Hino dos Atletas Azulinos”. Essa versão final saiu no jornal “O Estado do Pará” no dia 4 de fevereiro de 1941. A letra não é de gente mole não, é juramento: “Atletas azulinos somos nós”. É pra cantar com força na arquibancada, transformando o estádio num caldeirão.
O Templo Sagrado: O Caldeirão do Baenão e a Pavulagem Patrimonial
1. O Baenão: A Toca do Leão é Nossa!
Maninho, o Estádio Evandro Almeida, o famoso Baenão, não é bagunça não. Fica logo ali na área nobre, na Travessa Antônio Baena, em Nazaré. Enquanto muito time por aí vive de aluguel ou depende do governo, o Remo tem a sua própria casa desde 15 de agosto de 1917. Isso que é pavulagem de verdade!
O estádio é o maior particular da Região Norte, te mete! É lá que o bicho pega. O lugar é um verdadeiro caldeirão. Fizeram uma reforma daora entre 2018 e 2019, deram um tapa no visual e aumentaram a capacidade, mas mantiveram aquela pressão que a gente gosta: a torcida fungando no cangote do adversário. Quem vem jogar aqui já sabe que o negócio é invocado.
2. O Resto da Riqueza: Sedes que são Só o Creme
Tu pensas que acabou? Que nada! O Leão é cheio de pavulagem mesmo. Além do estádio, tem a Sede Social na Avenida Nazaré e a Sede Náutica lá na Cidade Velha, na beira do rio. Os prédios são tão bonitos e importantes que são tombados como patrimônio histórico. É muita história pra contar!
E ainda tem o Ginásio Serra Freire pra quem curte basquete e vôlei, porque o Remo também é invocado nas quadras. O patrimônio do clube é maceta, grande demais, mostrando que aqui tem tradição e soberania!
O Re-Pa: A Maior Rivalidade do Mundo e a Paternidade Azulina
Se tu queres saber quem é o Clube do Remo de verdade, tem que olhar pro lado de lá, pro Paysandu. Juntos, eles fazem o Re-Pa, o “Clássico Rei da Amazônia”. E não vem com lero lero de Gre-Nal ou Boca e River não, porque o nosso é o clássico mais disputado da história do futebol mundial. É coisa discunforme!
1. Quem Manda no Terreiro (A Supremacia)
Parente, até o final de 2025, a conta fecha entre 777 e 780 jogos. Isso é jogo que não acaba mais, deixa qualquer clássico europeu no chinelo. E na hora de ver quem é o pai, o Leão tá na frente. É o que a gente chama de “Paternidade” ou “Tabu Histórico”.
Os números são claros, di rocha:
Vitórias do Remo: É lá pra mais de 267.
Vitórias do Rival: Tá lá atrás, com umas 239.
Empates: Uns 260 e poucos.
Ou seja, o Remo tem mais vitórias e mais gols marcados. Contra fatos não tem potoca, o Leão é quem ruge mais alto.
2. O Tabu: Quando o Rival Levou o Farelo (1993–1997)
Aqui é onde a pavulagem do remista vai lá no alto. Teve uma época, de 1993 a 1997, que o Paysandu ficou panema de vez. Foram 33 jogos seguidos sem o Remo perder pro rival. Tu tens noção? Foram mais de quatro anos que a mucura só levava pisa ou empatava. Isso criou um trauma neles e mostrou que o Remo é o verdadeiro carrasco.
3. A Guerra das Goleadas e o Patrimônio
Aí o rival vem querer gabar um 7 a 0 lá de 1945. Mas o Remo também tem um 7 a 2 de 1939 e, cá entre nós, valem mais os 33 jogos do Tabu do que um jogo isolado. O negócio é tão cabuloso e importante pra nossa cultura que, em 2016, o Re-Pa virou Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Pará.
Os Cabocos que Fizeram História: Ídolos e Lendas do Leão
No Remo, jogador bom não é só aquele que joga bola, é aquele que vira uma divindade pra torcida. Olha só essa lista de quem honrou o manto azulino com muita pavulagem e competência.
1. Alcino: O Negão Motora que era Estorde
Se o Remo é uma religião, o Alcino é o nosso profeta, mano! O “Negão Motora” chegou aqui em 1970 e mostrou o que é ser ídolo de verdade: invocado, forte que só ele (quase dois metros de altura!) e apaixonado pelo clube. O homem era purrudo e técnico ao mesmo tempo.
Ele garantiu o Tricampeonato (73-75) e fez uma das maiores gaiatices da história do Re-Pa. Num jogo contra o rival, ele driblou dois zagueiros, o goleiro, parou a bola na linha do gol, sentou em cima dela pra frescar com a cara deles e só depois fez o gol. É ou não é muita onda? Mesmo com um fim de vida triste, ele é o “Atleta do Século” no Pará.
2. Dadinho: O Brocador que não Perdoava
Enquanto o Alcino dava show, o Dadinho era caixa! O homem era a certeza do gol. De 1983 a 1986, ele balançou a rede 163 vezes, virando o maior artilheiro da história do clube.
O caboco era tão sinistro que foi artilheiro do Parazão três vezes. Em 1987, o Santa Cruz teve que desembolsar uma fortuna (2 milhões de cruzados) pra tirar ele daqui, porque aqui em Belém ele era só o filé.
3. Bira “Burro”: De Leso não Tinha Nada
Chamavam ele de “Bira Burro” só porque se enrolava nas entrevistas, mas dentro da área ele era muito escovado (malandro) e inteligente. Antes de ser campeão invicto pelo Inter, ele tocou o terror aqui.
O Bira era um monstro: tem o recorde de 32 gols num único campeonato (1979). Ele usava a força pra atropelar zagueiro e foi peça chave no tricampeonato de 77-79. O homem era tamatudo (forte/grande) na área!
4. Agnaldo “Seu Boneco”: O Cabeça do 100%
Agnaldo de Jesus começou como um volante carne de pescoço, raçudo demais nos anos 90. Mas a mágica aconteceu em 2004, quando ele virou treinador. O time tava meio malamá, numa crise, e ele assumiu a bronca.
O resultado? O homem fez o impossível: ganhou o estadual com 100% de aproveitamento. Foram 14 jogos e 14 vitórias. Um negócio desses nunca mais se viu por aqui. Agnaldo mostrou que manja muito!
A Coleção de Canecos: Do Parazão pro Brasil e pro Mundo
1. Mandando no Quintal e na Região
Maninho, quando o assunto é Campeonato Paraense, o Remo não tem malamá. O clube é o maior detentor de títulos, com 47 troféus confirmados até o final de 2024 (e já contando com o 48 em 2025). É título discunforme! A gente tem sequências que são pura pavulagem, tipo o Heptacampeonato (1913-1919) e aquele Pentacampeonato histórico dos anos 90.
E não é só aqui não. O Leão rugiu alto no Norte e Nordeste, ganhando o caneco de 1971 e três Taças Norte. Mais recentemente, em 2021, a gente faturou a Copa Verde, mostrando que no século XXI a gente continua duro na queda.
2. Pavulagem Internacional: A Pequena Taça do Mundo
Tem gente que esquece, mas o Leão já foi de fora representar o Brasil. Em 1950, o time foi lá pra Venezuela jogar o Torneio Internacional de Caracas. Não era oficial da FIFA, mas era chique, tipo uma “Pequena Taça do Mundo”. O Remo jogou cinco vezes e voltou com o troféu debaixo do braço. Te mete com essa história internacional!
3. A Glória Nacional: O Brasil Ficou Pequeno em 2005
Por muito tempo, a torcida ficava encabulada vendo o rival se amostrar com título nacional. Mas essa panemice acabou em 2005. Foi na Série C, e a torcida, o nosso Fenômeno Azul, deu um show, botando mais de 30 mil pagantes por jogo. Ninguém tinha essa média no Brasil todo!
A consagração foi no dia 20 de novembro de 2005, lá em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. O jogo foi tenso, mas o Remo brocou o time da casa por 2 a 1. Os gols foram do Capitão e do Maurílio. Foi nesse dia que a primeira estrela dourada veio pro peito, e o grito de “É Campeão Brasileiro” saiu da garganta com força total! Foi só o filé!
O Retorno do Rei: Da Lama ao Topo em Dois Anos (2024–2025)
Depois daquela glória toda de 2005, o Remo passou um tempo na pior, com a administração fazendo bubuia e o time sofrendo. Mas a malineza acabou, parente! O biênio 2024-2025 vai ficar marcado como a “Era da Restauração”, porque a resiliência desse clube é di rocha.
1. O Pulo do Gato: Dois Acessos Seguidos
O Remo fez um negócio que é difícil discunforme no futebol de hoje: subiu duas vezes seguidas!
2024 (Série C $\rightarrow$ Série B): Depois de muita briga na terceirona, o acesso veio com uma vitória invocada contra o São Bernardo, garantindo a volta pra Série B1.
2025 (Série B $\rightarrow$ Série A): O time não quis nem saber de remanchiar na B. Sob o comando do Guto Ferreira, a equipe foi pra última rodada dependendo só dela mesma2.
2. A Batalha do Mangueirão: O Leão Rugiu Alto (3×1)
Foi no final de novembro de 2025 que o bicho pegou. O Mangueirão tava teitei, não cabia nem pensamento. O jogo era contra o Goiás e valia o fim de um jejum de 31 anos longe da primeira divisão3.
O começo foi panema: o tal do Willean Lepo fez gol pro Goiás e o estádio ficou num silêncio encabulado. Mas aí o time virou o bicho!
O Empate: O Pedro Rocha, artilheiro que tava só o filé na temporada, empatou ainda no primeiro tempo4.
A Virada: No segundo tempo, o João Pedro tava com a mulesta! Fez o da virada e depois meteu um de cabeça pra fechar o caixão: 3 a 15.
Com o Criciúma perdendo o jogo deles, o Remo garantiu o 4º lugar com 62 pontos e carimbou o passaporte pra Série A de 20266. Já era, subiu!
3. O Orgulho do Norte Voltou
Isso não foi só uma vitória de campo, foi uma vitória da nossa terra. O Norte tava fora da elite há 20 anos, desde que o rival caiu em 20057. Agora a Amazônia tá de volta no mapa, cheia de pavulagem. Jogadores como o goleiro Marcelo Rangel e o Jaderson, que tavam na batalha de 2024, viraram ídolos de rocha, símbolos de quem acreditou no projeto8.
Fala, parente! Tudo de boa? Aqui é o teu parceiro do veropeso.shop. Já peguei aquele texto “cabeça” sobre o Clube do Remo que tu mandaste e dei aquela “indireitada” nele1. Transformei tudo pro nosso linguajar, tirando aquela formalidade toda e deixando a leitura só o filé2.
O Fenômeno Azul: A Torcida que é o Bicho e Não Arreda o Pé!
Mana, te digo logo: não tem como fechar a conta dessa história do Leão sem falar da maior riqueza que ele tem: a galera dele. Chamar a torcida de “Fenômeno Azul” não é conversa de boca miúda 3 não, é de rocha! É um negócio que os estudiosos ficam matutando 4 pra entender.
Tem uns números aí que mostram uma coisa estorde: a fidelidade do torcedor remista é braba! Quanto mais o time tá na roça, mais a torcida chega junto. Lembra de 2005? O time tava lá embaixo, na Série C, e a galera meteu mais gente no estádio do que muito time grande da Série A. O estádio ficava teitei5, não cabia nem uma agulha!
É Amor, não é Comércio, Parente!
Essa lealdade toda é porque o torcedor não se sente cliente, ele se sente dono do negócio. É uma “copropriedade emocional”, tás ligado?6. Quando a crise bate e o dinheiro some, não tem choro nem vela: é vaquinha, é sócio-torcedor, é comprar camisa… a torcida é dura na queda7.
O Fenômeno Azul é quem manda e desmanda, bota pressão na diretoria e faz o adversário tremer nas bases, seja no Baenão ou no Mangueirão. Ali é festa de arromba, uma afirmação da nossa cultura que é pai d'égua8!
Conclusão: O Leão é Duro na Queda
Completando 120 anos, o Clube do Remo mostra que a letra do hino não é potoca: ele é mesmo “Filho da Glória e do Triunfo”. A história não é uma linha reta, parente, ela é cheia de altos e baixos, igual maré de rio. Tem hora que tá na glória, tem hora que tá no sufoco. Mas uma coisa é certa: o Leão não morre! É vaso ruim de quebrar.
O clube já passou por tudo: tempo do amadorismo, pindaíba braba no estado, e a dificuldade de logística aqui da Amazônia que é lá na caixa prega9. Mas agora, mirando a volta por cima em 2026, o Leão Azul tá se preparando pra rugir alto de novo, levando no peito não só onze jogadores, mas a alma de milhões de caboclos que olham praquele escudo e dizem: “Esse aqui é o meu lugar!”.
🏆 Galeria de Responsa (Os Títulos do Leão)
Aqui tá o bocado 10 de taça que o Leão já levantou:
| Onde foi a briga | Nome da Disputa | Quantas levou | Anos que foi Só o Filé |
| Nacional | Brasileirão Série C (O Mundialito!) | 01 | 2005 (Inesquecível, mano!) |
| Regional | Copa Verde | 01 | 2021 |
| Regional | Norte-Nordeste | 01 | 1971 |
| Regional | Taça Norte | 03 | 68, 69 e 71 |
| Estadual | Parazão (Rei do Rio) | 47+ | Tem um hepta (1913-19) e o de 2004 que foi 100% |
| Gringa | Torneio de Caracas | 01 | 1950 (Leão internacional, te mete!) 12
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Fontes: 8
Referências citadas
- Desde 1905 – Clube do Remo, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.clubedoremo.com.br/historia.php
- UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG Faculdade de Medicina Departamento de Medicina Preventiva e Social Mestrado Profis, acessado em dezembro 7, 2025, https://repositorio.ufmg.br/bitstreams/53fd71ce-227f-4754-887a-963b6270cd0a/download
- Clube do Remo – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em dezembro 7, 2025, https://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_do_Remo
- Clube do Remo entra no grupo dos times que conseguiram dois acessos consecutivos até a Série A, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.clubedoremo.com.br/ler-noticia.php?id=3610
- Remo volta à Série A após 31 anos; time garantiu acesso após vencer o Goiás de virada, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.otempo.com.br/sports/futebol-nacional/2025/11/23/remo-volta-a-serie-a-apos-31-anos-time-garantiu-acesso-com-vitoria-de-virada-sobre-o-goias
- Clube do Remo: História, Símbolos e Legado no Futebol Brasileiro, acessado em dezembro 7, 2025, https://papodefutebol.com.br/259/
- História do Remo – Remistas, acessado em dezembro 7, 2025, https://remistas.com.br/historia-do-remo/
- Clube do Remo – Todos os Títulos – Campeões do Futebol, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.campeoesdofutebol.com.br/remo_titulos.html
- Clube do Remo – Hinos – VAGALUME, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.vagalume.com.br/hinos/clube-do-remo.html
- NÃO É SÓ FUTEBOL: Uma análise dos laços de afetos que envolvem os torcedores do Clube do Remo, a partir de processos socioc, acessado em dezembro 7, 2025, https://repositorio.ufpa.br/server/api/core/bitstreams/c32a5d94-e79c-4bba-8e35-363c08ca8d81/content
- Conheça a história de Antônio Tavernard, o autor da letra do hino do Clube do Remo, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.oliberal.com/cultura/antonio-tavernard-heroi-azulino-e-protagonista-de-vida-literaria-1.1056514
- Baenão – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em dezembro 7, 2025, https://pt.wikipedia.org/wiki/Baen%C3%A3o
- o Leão Azul, como também é conhecido o Clube do Remo, construiu, ao longo da sua história, um sólido patrimônio imobiliário, do qual servem de vitrine as sedes social, em Nazaré, um bairro nobre de Belém, e náutica, no bairro da Cidade Velha, ambas tombadas como patrimônio histórico pelo governo do Pará., acessado em dezembro 7, 2025, https://www.clubedoremo.com.br/patrimonio.php
- O maior clássico do mundo | Remo 100%, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.remo100porcento.com/futebol-profissional/2025/o-maior-classico-do-mundo
- Re-Pa – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em dezembro 7, 2025, https://pt.wikipedia.org/wiki/Re-Pa
- Paysandu e Remo protagonizam o clássico mais jogado do mundo, acessado em dezembro 7, 2025, https://paysandunarede.com.br/paysandu-remo-classico-mais-jogado-mundo/
- Números do Clássico Re-Pa, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.portalrepa.com.br/p/confrontos.html?m=1
- Re-Pa em números: 777 jogos, artilheiros lendários e tabus históricos – Diário do Pará, acessado em dezembro 7, 2025, https://diariodopara.com.br/bola/re-pa-em-numeros-777-jogos-artilheiros-lendarios-e-tabus-historicos/
- Alcino – Museu do Futebol, acessado em dezembro 7, 2025, https://museudofutebol.org.br/crfb/personalidades/799408
- Alcino – Remistas, acessado em dezembro 7, 2025, https://remistas.com.br/jogador/alcino/
- A HISTÓRIA DO CRAQUE REMISTA “ALCINO” O ENCRENQUEIRO “NEGO MOTORA”., acessado em dezembro 7, 2025, https://www.youtube.com/watch?v=2i5Yez9NLvs
- A HISTÓRIA DE “DADINHO” MAIOR ARTILHEIRO DO CLUBE DO REMO – YouTube, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.youtube.com/watch?v=d3pd6cRyGLA
- Eduardo Soares – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em dezembro 7, 2025, https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Soares
- What became of Bira “Burro,” Brazilian champion with Internacional in 1979 and three-time state c… – YouTube, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.youtube.com/watch?v=GP_wcEK_0-8
- Bira Burro – Wikipedia, acessado em dezembro 7, 2025, https://en.wikipedia.org/wiki/Bira_Burro
- Agnaldo de Jesus – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em dezembro 7, 2025, https://pt.wikipedia.org/wiki/Agnaldo_de_Jesus
- Remo campeão 100%: Agnaldo e ex-jogadores relembram conquista que completa 20 anos em 2024 – O Liberal, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.oliberal.com/esportes/remo/remo-campeao-100-agnaldo-e-ex-jogadores-relembram-conquista-que-completa-20-anos-em-2024-1.795052
- Títulos Azulinos – Remo, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.clubedoremo.com.br/titulos.php
- Desde 1905 – Clube do Remo, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.clubedoremo.com.br/esportes.php?id=1
- Leão conquistou a Série C 2005 com a melhor média de público entre todas as divisões, acessado em dezembro 7, 2025, https://blogdogersonnogueira.com/2023/11/21/leao-conquistou-a-serie-c-2005-com-a-melhor-media-de-publico-entre-todas-as-divisoes/
- Novo Hamburgo 1 x 2 Remo-2005 Melhores Momentos – Leão Campeão Brasileiro, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.youtube.com/watch?v=0XsJwBwXaqo
- BOLA N@ ÁREA – Série C 2005 – Fase Final – bolanaarea, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.bolanaarea.com/serie_c_2005_fasefinal.htm
- Novo Hamburgo 1 x 2 Remo – Campeonato Brasileiro Série C 2005 – YouTube, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.youtube.com/watch?v=4GdD89tUucc
- Remo bate o Goiás, conquista o acesso e volta à elite após mais de 30 anos, acessado em dezembro 7, 2025, https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/remo-bate-o-goias-conquista-o-acesso-e-volta-a-elite-apos-mais-de-30-anos/
Títulos do Clube do Remo – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em dezembro 7, 2025, https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%ADtulos_do_Clube_do_Remo





