Égua, Mano! Alok na Vigia custou uma ruma de dinheiro e deu o que falar!
Olha já, mana e mano, senta que lá vem a fofoca, e essa é das grandes, nem te conto! O negócio é o seguinte: a Prefeitura de Vigia de Nazaré resolveu fazer uma bandalheira de Carnaval diferenciada em 2026 e trouxe logo o DJ Alok pra tocar lá no Espaço Cultural Tia Pê. O caboco é o bicho na música eletrônica, todo mundo sabe, mas o valor do cachê deixou o povo invocado.
O Show foi “Só o Filé”, mas o Preço…
O show aconteceu na sexta-feira, dia 13 de fevereiro, e foi chibata demais! Teve até drone fazendo mizura no céu, uma superprodução que parecia coisa de fora. O povo foi em pudê, lotou tudo pra ver o homem tocar. Mas, como boca de mole não se cala, logo descobriram a nota que a prefeitura teve que soltar: R$ 950.000,00! É dinheiro discunforme, meu parente!
Tá Ralado: Luxo no Palco, Aperto na Vila
Aí é que o pau te acha. O TCM e o Ministério Público já ficaram de mutuca nessa contratação. A questão não é que o show não foi bacana, mas é que Vigia tá com uns problemas porrudos pra resolver. Enquanto o Alok brilhava, o povo lá sofre com falta de saneamento, escola precisando de um indireitar e a saúde que às vezes dá o bug.
Gastar quase um milhão de reais num evento que já era em poucas horas, enquanto o município tá na roça em setores básicos, é de deixar qualquer um impinimar.
Os Pontos que Estão Dando o Que Falar:
Custo de Oportunidade: Com essa grana, dava pra fazer um bocado de coisa pela cidade, né não?
Contraste Filantrópico: O povo notou que na capital o artista faz pose de caridade, mas no interior o negócio é na bicuda, preço de mercado e pronto.
Fiscalização: Os órgãos de controle estão ligados pra ver se não houve nenhuma potoca ou migué nessa inexigibilidade de licitação.
No fim das contas, o Carnaval foi pai d'égua, mas a conta chegou e o povo tá perguntando se não estão tentando tapar o sol com a peneira enquanto a cidade precisa de cuidados de verdade. Te orienta, gestor!
A Vigia Pagou Caro e o Povo Tá Invocado!
Olha já, mana e mano, senta que lá vem o resto da fofoca, e essa é daquelas que deixa o caboco neurado. O negócio é o seguinte: a Prefeitura de Vigia de Nazaré resolveu fazer uma bandalheira de Carnaval em 2026 e trouxe logo o DJ Alok pra tocar lá no Espaço Cultural Tia Pê. O cara é o bicho na música eletrônica, mas o valor do cachê deixou todo mundo espantado.
O Show foi “Só o Filé”, mas o Preço…
O show aconteceu na sexta-feira, dia 13 de fevereiro, e foi chibata demais! Teve até drone fazendo mizura no céu, uma superprodução que parecia coisa de fora. O povo foi em pudê, lotou tudo pra ver o homem tocar. Mas, como boca de mole não se cala, logo descobriram a nota que a prefeitura teve que soltar: R$ 950.000,00! É dinheiro discunforme, meu parente!
Tá Ralado: Luxo no Palco, Aperto na Vila
Aí é que o pau te acha. O TCM e o Ministério Público já ficaram de mutuca nessa contratação. A questão não é que o show não foi bacana, mas é que Vigia tá com uns problemas porrudos pra resolver. Enquanto o Alok brilhava, o povo lá sofre com falta de saneamento, escola precisando de um indireitar e a saúde que às vezes deu o prego.
Gastar quase um milhão de reais num evento que já era em poucas horas, enquanto o município tá na roça em setores básicos, é de deixar qualquer um impinimar.
Os Pontos que Estão Dando o Que Falar:
Custo de Oportunidade: Com essa grana, dava pra fazer um bocado de coisa pela cidade, né não?
Contraste Filantrópico: O povo notou que na capital o artista faz pose de caridade, mas no interior o negócio é na bicuda, preço de mercado e pronto.
Fiscalização: Os órgãos de controle estão ligados pra ver se não houve nenhuma potoca ou migué nessa história de inexigibilidade.
No fim das contas, o Carnaval foi pai d'égua, mas a conta chegou e o povo tá perguntando se não estão tentando tapar o sol com a peneira enquanto a cidade precisa de cuidados de verdade. Te orienta, gestor!
Até por lá! Égua, mana, o babado continua e o povo ainda tá matutando sobre esse gasto. Se tu pensa que a conversa acabou na quarta-feira de cinzas, olha já: o assunto agora é o pente fino que os órgãos de fiscalização estão fazendo nesse contrato.
A Lupa do TCM e do MPPA
O Ministério Público e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-PA) não estão de lero-lero. Eles ficaram de mutuca porque essa dinheirama toda de R$ 950.000,00 saiu por “inexigibilidade de licitação”, que é quando a prefeitura diz que só aquele artista serve e pronto.
Mas o que está deixando a galera invocada é o tal do “custo de oportunidade”. Enquanto o Alok fazia o espetáculo dele com drones e tecnologia maceta, o município de Vigia ainda está ralado com saneamento básico e escola precisando de reforma.
O Contraste que Deixa o Caboco Neurado
O que a boca miúda tá comentando na feira é a diferença de tratamento:
Na Capital: O artista faz aquela pose de bonzinho, cheio de filantropia e ajuda o povo.
No Interior: O negócio é na porrada, valor de mercado altíssimo e o erário público que lute para pagar.
A prefeitura tentou tapar o sol com a peneira, dizendo que o evento traz turista e movimenta a economia, mas o povo não é leso. Todo mundo sabe que, quando o show acaba, o que fica é a dívida e os problemas de sempre na saúde e na educação.
Égua, Caboco! A Conta do Alok na Vigia é um Nó Cego de Dinheiro Público!
Olha já, mana e mano, o babado desse show do Alok na Vigia de Nazaré é mais enrolado que linha de papagaio no laço. A gente descobriu que esse gasto de R$ 950.000,00 não é coisa de uma cidade só, é um esquema porrudo que rola no Brasil todo.
A Engenharia do “Dinheiro Carimbado”
Sabe aquela história de tapar o sol com a peneira? Pois é. Muitos gestores dizem que o dinheiro vem de “emendas parlamentares”, como se fosse um presente que caiu do céu e só pudesse ser usado pra festa. É o tal do orçamento impositivo: o político lá de cima ganha a fama de “pai da festa” e o prefeito executa o gasto.
Só pra tu ter uma ideia, a Vigia não tá sozinha nessa pavulagem:
Lá em Cametá, os sumanos também pagaram os mesmos R$ 950.000,00 pela Simone Mendes.
E lá na Bahia, o povo de Lapão soltou R$ 1,2 milhão pro Wesley Safadão.
O problema é que ninguém diz direito se esse dinheiro saiu do imposto da gente ou de transferência do governo. É uma opacidade que deixa qualquer um encabulado.
O Tal do “Efeito Multiplicador” ou Migué?
Os chefes da prefeitura vêm com um lero-lero de que trazer artista global faz a economia girar. Dizem que o dinheiro volta em turista e hotel lotado. Mas a gente que vive aqui sabe que a realidade é ralada.
Vigia é uma região periférica e cheia de carências. Sem ter uma estrutura forte pra segurar esse turista, o dinheiro acaba sofrendo um “vazamento”: o que a gente arrecada com imposto vai direto pro bolso dos grandes empresários lá do sul ou do exterior. Pro caboco daqui, só sobra o lixo, o barulho e o prejuízo na infraestrutura que já é meia tigela.
O Que a Gente Precisa Ficar Ligado:
Custo de Oportunidade: Mesmo que o recurso venha de fora, ele deveria seguir o que é prioridade pra cidade no Plano Plurianual.
Transparência: É preciso saber de onde veio cada centavo pra não ter potoca no meio do caminho.
Investimento Real: Será que R$ 950 mil num show de algumas horas vale mais que investir o ano todo na nossa cultura de raiz?.
É muita mizura pra pouco resultado prático pro povo, maninho. O gestor precisa entender que o povo não é leso.
É Muito Luxo pra Pouca Água no Cano!
Olha já, mana e mano, senta que essa fofoca aqui é de deixar qualquer um impinimar. A gente viu aquele balé de drones e os feixes de LED brilhando no céu da Vigia no dia 13 de fevereiro de 2026. Foi chibata, foi só o filé. Mas quando a gente baixa a cabeça e olha pro chão, a realidade é ralada e o contraste é porrudo.
O Raio-X da Vigia: A Realidade Não é “Daora”
Enquanto a prefeitura gastava quase um milhão de reais com o Alok , os números do IPS Amazônia 2023 mostram que a vida do vigiense tá longe de ser uma festa. O município tá lá no final da fila, na posição 652 de 772 cidades estudadas.
Dá uma espiada como a situação tá escrote em setores que o governo deveria estar peitado trabalhando:
Água e Saneamento: É o ponto mais crítico, com apenas 30,68 pontos. É muito esgoto a céu aberto pra pouco drone no céu.
Segurança Pessoal: O índice é de 38,82 pontos, o que mostra que o povo vive com medo.
Educação: A cidade ocupa a 562ª colocação regional no acesso ao conhecimento básico.
Riqueza: O PIB per capita é de minguados R$ 7.235,93, deixando a Vigia na rabeira do ranking (676º lugar).
Tapando o Sol com a Peneira?
O que deixa o caboco invocado é ver que o governo do Estado tem que vir aqui construir creche pelo programa “Creches Por Todo o Pará” porque a prefeitura não dá conta. Ou seja: pra educação básica de curumim e cunhantã , a gente depende de ajuda; mas pra pagar cachê de elite, a prefeitura vira pulso e gasta o que não tem.
É uma mizura sem tamanho! Esse gasto milionário mostra um divórcio entre o que o povo precisa (água limpa, escola e segurança) e o que a política entrega (festa e ostentação). Enquanto uns ficam na pavulagem , a maioria continua brocada de direitos básicos.
O Que a Gente Precisa Cobrar:
Prioridade no Orçamento: Por que não investir esse milhão em saneamento pra baixar as doenças?
Fim da Ostentação: Festa é bom, mas com a casa em ordem. Não dá pra ser meia tigela na saúde e o bicho no Carnaval.
Olhar Pro Povo: O planejamento estratégico tem que servir pro caboco simples, não só pra atrair turista e deixar a conta no vermelho.
Tu é leso, gastar assim enquanto o povo padece? Te orienta, gestão!
A tabela a seguir sistematiza a desagregação dos vetores analíticos do IPS Amazônia 2023 referentes ao município, permitindo a identificação dos setores com maior déficit de políticas públicas de longo prazo:
| Indicador Estrutural (IPS Amazônia 2023 – Vigia de Nazaré) | Pontuação Aferida (0 a 100) | Posição no Ranking Regional (Total: 772) |
| Índice de Progresso Social (Global) | 50,80 | 652º |
| PIB per capita (Referência 2019) | R$ 7.235,93 | 676º |
| Dimensão: Necessidades Humanas Básicas | 59,55 | 617º |
| Subíndice: Nutrição e Cuidados Médicos Básicos | 87,11 | 452º |
| Subíndice: Água e Saneamento | 30,68 | 552º |
| Subíndice: Moradia | 81,58 | 393º |
| Subíndice: Segurança Pessoal | 38,82 | 644º |
| Dimensão: Fundamentos para o Bem-estar | 54,28 | 601º |
| Subíndice: Acesso ao Conhecimento Básico (Educação) | 66,10 | 562º |
É Muito LED pra Pouco Remédio no Posto!
Olha já, mana e mano, agora o negócio ficou sério. A gente precisa falar do tal do custo de oportunidade. Sabe o que é isso no “amazonês” claro? É o que a prefeitura deixa de fazer pelo povo pra poder pagar quase um milhão de reais num show de apenas algumas horas.
Pra gente entender essa mizura, basta olhar o que a própria Prefeitura de Vigia de Nazaré anda precisando comprar nos editais de licitação.
O Que Tá Fazendo Falta Enquanto o Alok Toca
Enquanto os drones brilhavam, a máquina pública tava lá no sufoco tentando contratar empresas pra coisas que são o filé da sobrevivência do caboco:
Saúde no Prego: Tem edital aberto pra comprar remédio da farmácia básica, insumos injetáveis e até psicotrópicos pro Hospital Municipal e pros postinhos de saúde.
Falta de Ar: A prefeitura também tá correndo atrás de gás hospitalar e equipamentos básicos pra Secretaria de Saúde.
Sorriso Banguelo: Abriram um pregão (Nº 9/2026-002) só pra tentar conseguir prótese dentária pelo SUS pros moradores.
O Contraste nas Escolas da Zona Rural
O que deixa a gente neurado é que, logo depois do show, no dia 23 de fevereiro de 2026, teve licitação pra reformar e ampliar escolas em comunidades que são lá na caixa prego, como Curuçazinho, Acaputeua, Santa Luzia da Barreta, Cumarú e Água Doce.
A pergunta que não quer calar na boca miúda é: se tem R$ 950.000,00 sobrando pra um artista só , por que as escolas dessas vilas ainda estão precisando de reforma urgente?.
A Disputa pelo “Dindim” da Prefeitura
Dá uma olhada no que disputa o mesmo dinheiro que foi pro DJ:
| Demanda Prioritária | O que é? | Impacto no Caboco |
| Medicamentos Básicos | Remédio pra pressão, diabetes e dor
| Sem isso, o povo padece na fila
|
| Reforma de Escolas | Obras em Curuçazinho, Acaputeua e outras
| Melhora o futuro dos nossos curumins
|
| Próteses Dentárias | Laboratório Regional de Prótese
| Devolve a dignidade e o sorriso do povo
|
É muita pavulagem gastar essa dinheirama toda com festa enquanto o básico tá no malamá. O gestor parece que quer tapar o sol com a peneira, mas a gente tá de mutuca ligada.
Tu é doido, é? Gastar assim com o posto de saúde sem gaze? Te orienta!
A Lei Deixa o Caminho Livre, mas o Povo tá de Mutuca!
Olha já, mana e mano, agora o papo é de ladino, direto da lei. Sabe como a prefeitura conseguiu passar esse Pix de R$ 950.000,00 pro Alok sem precisar disputar preço com ninguém?. O segredo tá num treco chamado inexigibilidade de licitação, baseado na nova lei (nº 14.133/2021).
O Artigo que Faz a Mágica: “É o Bicho!”
O negócio funciona assim: a lei diz que não precisa de leilão de preços pra contratar artista que já é consagrado pela galera ou pela crítica. Como o Alok é tuíra no mundo todo — já tocou até no Tomorrowland e fez turnê nos Estados Unidos e Reino Unido — a prefeitura diz que não tem como comparar o show dele com o de outro caboco.
Diferente de comprar massa asfáltica ou gás pro hospital, onde tu busca o mais barato, na arte eles dizem que o talento do homem é único e não tem régua que meça.
Mas Não é Bagunça: “Te Orienta, Gestor!”
Se tu pensa que é só chegar e dar o dinheiro pro primeiro enxerido que aparecer, tá enganado. A lei tem umas travas pra não virar bandalheira:
Empresário de Rocha: O artista tem que ter um empresário exclusivo de verdade, com papel assinado e tudo, pra não ter aquele “atravessador” que só quer ganhar uma bucada do dinheiro público.
Preço Justo: A prefeitura teve que provar que o Alok cobra esse mesmo valor de R$ 950.000,00 em outros lugares, como fez em Cametá. Eles anexam notas fiscais de outros shows pra mostrar que não é potoca ou superfaturamento.
O Veredito do Caboco
Mesmo que o papel esteja todo certinho e dentro da lei, o povo não é leso. Uma coisa é ser legal (tá na lei), outra coisa é ser moral (ser o certo a fazer). Gastar quase um milhão num show enquanto a farmácia do posto tá na roça continua sendo um nó cego difícil de desatar.
O gestor pode até estar com o contrato no balde, mas a ética dessa escolha ainda tá dando o que falar na boca miúda.
Égua, Mano! Cortaram a Viviane Batidão, mas o Alok Ficou? Que “Ispiciá”!
Olha já, mana e mano, agora o babado ficou invocado de verdade. Se tu pensas que o dinheiro da prefeitura é fundo de pote, te sai! A coisa apertou tanto que a gestão teve que usar um treco chamado “autotutela”, que no nosso bom amazonês é o famoso: “faz e desfaz conforme a conveniência”.
O Pêndulo da Lei: Súmula 473 e o “Faz de Conta”
A prefeitura, vendo que o pau d’água ia cair pro lado dela com os órgãos de fiscalização, resolveu dar o migué em algumas atrações. O Supremo Tribunal Federal (STF) diz que a administração pode anular seus próprios atos se tiver algo errado ou revogar se não for mais oportuno. E foi aí que o chicote estalou nas costas dos artistas regionais.
O Sacrifício da Cultura: “Não Te Esperô” pra Viviane!
Tu acreditas que a Viviane Batidão, nossa estrela do tecnomelody, ia ganhar R$ 320.000,00 pra cantar no dia 16 de fevereiro de 2026?. Pois é, mas a prefeitura disse: “Não te esperô!”. Cancelaram o contrato dela num despacho seco, dizendo que era pra “adequar o orçamento” e pra evitar levar mijada (questionamentos) dos órgãos de controle.
E não foi só ela não, parente:
Viviane Batidão: R$ 320.000,00 – Cancelado por “conveniência e oportunidade”.
Babado Novo: R$ 350.000,00 – Também foi pra baixa da égua, aparecendo como “Realizada Anulada” nos papéis do TCM-PA.
A Seletividade: Quem Tem Garra, Fica!
O que deixa a boca miúda fritando na feira é a seletividade. Por que o Alok, que custou quase um milhão (R$ 950.000,00), ficou firme e forte, enquanto os outros foram escafedeu-se?.
Parece que pra ostentação internacional o dinheiro é pudê, mas pra valorizar quem é daqui, o orçamento fica liso e a prefeitura logo capa o gato. Isso mostra que o planejamento tá meia tigela e que a cultura regional sempre leva a pior quando o cinto aperta.
O Que a Galera Tá Comentando:
Prioridade Torta: Manter um show de R$ 950 mil e cortar o de R$ 320 mil faz sentido?.
Medo do TCM: Cancelaram pra não dizerem que tavam gastando discunforme.
Custo Político: O povo de Vigia gosta do Alok, mas também queria ver a “Rainha do Pará”.
Tu é doido, é? Cortar o nosso tecnomelody pra manter o eletrônico de fora? Te orienta, gestor!
A matriz de cancelamentos abaixo ilustra a seletividade dos expurgos orçamentários na composição final da grade do evento:
| Artista Objeto de Processo de Inexigibilidade | Valor Previsto no Procedimento | Status no TCM-PA | Motivação Documentada para Modificação de Status |
| DJ Alok | R$ 950.000,00 | Mantida / Executada | N/A (Consagração do artista, abertura oficial) 2 |
| Viviane Batidão | R$ 320.000,00 | Anulada | Súmula 473 STF: Adequação financeira, prevenção contra órgãos de controle 18 |
| Babado Novo | R$ 350.000,00 | Anulada | Revogação administrativa 19 |
Capitularam as Raízes pra Garantir a Pavulagem!
Olha já, mana e mano, a coisa ficou invocada de verdade. Essa seletividade no orçamento mostra um negócio que deixa qualquer caboco neurado: pra não levar uma mijada ríspida do Ministério Público, que tá de mutuca em todo o Pará (como lá em Almeirim ), o gestor preferiu cortar quem é da terra.
O Medo do Bloqueio e o “Migué” nas Raízes
O plano era grande, mas o teto de gastos é ralado. Se a prefeitura pagasse o R$ 1 milhão do show principal e mais os R$ 670 mil da Viviane Batidão e do Babado Novo ao mesmo tempo, a tesouraria ia entrar em passamento ou ia rolar bloqueio de contas por irresponsabilidade fiscal.
Aí é que tá a malineza:
Prioridade Pro Sul: Protegeram o artista de projeção nacional, que é o bicho na mídia, mas não é da nossa essência.
Capitulação das Raízes: Para o espetáculo de Alok não dar prego jurídico, a municipalidade simplesmente anulou os contratos que iam movimentar a nossa própria gente e a cultura do Norte.
Um Carnaval sem a Nossa Cara
É muita mizura! O carnaval amazônico é uma mistura pai d'égua de influências nossas, mas pra garantir o show midiático, a gestão deu um te sai na cadeia produtiva regional. É como se o nosso tecnomelody fosse de meia tigela e só o que vem de fora fosse só o filé.
No fim, a prefeitura escolheu a pavulagem internacional e deixou a base cultural nortista na roça. O gestor pode até ter salvado o CPF, mas a identidade do nosso carnaval ele jogou foi no tucupi.
O Que Ficou na Boca Miúda:
Alienacão: Por que valorizar tanto o que vem de longe e deixar o nosso artista panema?
Irresponsabilidade Fiscal: O medo do juiz bater o martelo fez o prefeito capar o gato com os contratos regionais.
Essência Perdida: Carnaval na Amazônia sem o tempero da terra é como tacacá sem jambu: não treme e não tem graça.
Tu é leso, é? Deixar a Viviane de fora pra sustentar o luxo dos outros? Te orienta!
A Vigia Parou, mas a Conta Sobrou pro Estado!
Olha já, mana e mano, se tu pensas que o gasto com o Alok parou naquele milhão de reais, te sai, que a fofoca é mais embaixo. Esse show transformou as marchinhas tradicionais num polo de música eletrônica que atraiu gente de todo o Pará e até da capital. Só que essa montoeira de gente no Espaço Cultural Tia Pê traz um peso que não tá escrito no contrato do artista, mas que o município sente na pele.
A Cidade no Prego e o Lixo no Meio do Mundo
Nossa infraestrutura, que já é malamá e sofre com falta de saneamento e segurança, ficou no passamento com tanta gente. Olha só o que aconteceu por trás das câmeras:
Sufoco na Saúde: Os postinhos e o hospital municipal tiveram que dobrar os plantões e gastar mais remédio, sendo que a gente já sabe que a farmácia básica vive na roça.
Lixo e Esgoto: Imagina o tanto de resíduo e efluente sanitário que essa multidão gerou; a prefeitura teve que correr atrás de contrato de emergência pra dar conta da imundície.
Vias Acabadas: As ruas secundárias, que já não são lá essas coisas, sofreram uma degradação escrota com o trânsito atípico.
Segurança Pública: O Estado que Segura a Pipa
O Ministério Público ficou de mutuca, proibindo bebida pra molecada e botando o Conselho Tutelar pra trabalhar dobrado. Mas a prefeitura não deu conta de pagar a segurança sozinha não, parente.
Quem teve que vir pro resgate foi a Polícia Militar do Estado do Pará, com a “Operação Carnaval 2026”. Eles mandaram reforço de fora, e isso custa diária, comida, gasolina e o suor dos policiais, tudo pago pelo governo do estado. Ou seja, é um subsídio que ninguém vê, mas que mostra que o custo real dessa festa é muito maior do que o que foi anunciado.
O Que a Galera Tá Comentando:
O Ônus Expandido: O show custou R$ 950 mil, mas quanto a gente gastou de verdade com limpeza, médico e polícia?
Externalidade: É muita mizura pro estado ter que bancar o policiamento porque o município gastou o que tinha e o que não tinha no palco.
Infraestrutura: A Vigia continua com o saneamento meia tigela, mas o show teve que acontecer “na marra”.
Tu é doido, é? Gastar o dindim todo no DJ e deixar o estado pagando a conta da segurança? Te orienta, gestor!
Égua, Mano! Na Capital é Santo, no Interior é um Leão!
Olha já, mana e mano, agora o babado ficou invocado de verdade e chega a dar uma neurada na cabeça do caboco. A gente descobriu uma dualidade que é o puro suco da mizura: o comportamento do Alok muda conforme o tamanho do holofote.
Em Belém: O “Santo” da Bioeconomia e da COP 30
Lá na capital, com a COP 30 chegando e os olhos do mundo todo voltados pro Pará , o discurso é de “música com propósito”. No show “Aurea Tour”, aquele com uma pirâmide de LED maceta do tamanho de um prédio de 10 andares, o artista fez uma pavulagem do bem:
Anunciou que ia doar a integralidade do seu cachê para a Santa Casa de Misericórdia do Pará.
Posou de ativista tecnológico e defensor da sustentabilidade global.
Teve todo o apoio do Estado, com mais de 850 policiais e Centro de Comando.
Na Vigia: O “Mercado Predatório” e a Conta Salgada
Mas quando o show é aqui na nossa Vigia, a pouco mais de 100 km de distância, a conversa muda e o negócio é na bicuda. Sem a vitrine das Nações Unidas pra aparecer , a relação virou puro negócio de mercado.
A prefeitura, que já tá na roça com índices de pobreza altos e progresso pífio, teve que abrir o cofre.
Pagamos os R$ 950.000,00 inteirinhos, sem choro nem filantropia.
Viramos meros consumidores na ponta da linha, financiando o alto escalão do entretenimento enquanto o básico aqui tá malamá.
O Que a Galera Tá Comentando na Feira:
Dicotomia Braba: Por que na capital o cachê vira doação e no interior vira faturamento pesado no lombo do povo?
Visibilidade vs. Realidade: Parece que o ativismo só alcança onde tem câmera da ONU, nas periferias o que manda é o boleto.
Subalternidade: Municípios vulneráveis continuam pagando o luxo de quem vem do Sul com dinheiro que devia ser pra saneamento e escola.
Tu é leso, é? Ser caridoso com o dinheiro dos outros na capital e cobrar quase um milhão no interior que tá brocado? Te orienta, que o povo tá de mutuca!
Égua, Mano! É Muita “Mizura” pra Esconder o Dindim do Povo!
Olha já, mana e mano, agora o babado ficou invocado de verdade. A gente foi atrás de saber como esse dinheiro todo foi pago, mas o que encontrou foi uma opacidade que deixa qualquer um encabulado. É um tal de esconde-esconde com as contas públicas que parece até visagem.
O Labirinto da Transparência: “Me Erra!”
Pra gente que é caboco simples, tentar entender o “Portal da Transparência” da Vigia é um treco doido. Olha só a potoca:
Busca no Escuro: No Diário Oficial do Município, as buscas pelo contrato do Alok muitas vezes dão em nada. Parece que jogaram um migué digital pra ninguém achar.
Nó Cego Fiscal: Os documentos são tão complicados que o pesquisador tem que ser muito cabeça ou ter um estudo especial pra entender as rubricas de cultura.
Salvo pelo TCM: A gente só soube mesmo dos R$ 950.000,00 porque o Mural de Licitações do TCM-PA é firme e documentou tudo direitinho, até as anulações.
Fila do Pão vs. Fila do Cachê
O que a boca miúda tá querendo saber é: quem recebeu primeiro? Se a prefeitura tá com as contas raladas, será que furaram a fila pra pagar o DJ antes de pagar o povo que trabalha? Os tribunais (TCM-PA e MPPA) têm que ficar de mutuca pra ver se não deixaram de pagar:
Saúde: Fornecedores de remédio e oxigênio que estão no malamá.
Educação: O povo que faz a manutenção das escolas lá na caixa prego.
Se o gestor passou o Pix pro artista e deixou o credor da merenda comendo chibé, o bicho vai pegar e ele pode até levar uma pisa jurídica e perder o mandato.
O Que a Gente Precisa Cobrar:
Transparência de Rocha: Queremos as contas abertas, sem lero-lero.
Respeito à Fila: O remédio doente tem que vir antes da pavulagem do show.
Fiscalização: O MPPA tem que dar uma mijada federal em quem esconde conta pública.
Tu é leso, é? Gastar o dinheiro e não mostrar o recibo? Te orienta, gestor!
Égua, Mano! O Brilho dos Drones não Esconde o Esgoto no Chão!
Olha já, mana e mano, chegamos ao final dessa fofoca que, na verdade, é um assunto muito sério. O que rolou na Vigia em 13 de fevereiro de 2026 com o DJ Alok não foi só uma festa, foi um exemplo de como as coisas podem ficar lesas na administração pública.
O Resumo da “Mizura” Orçamentária
A gente viu que gastar R$ 950.000,00 num show só é um troço que não bate com a realidade do nosso povo. Enquanto o céu brilhava, a terra da Vigia continua sofrendo com:
Saneamento no Prego: O índice de progresso social mostra que o esgotamento sanitário e a água tratada estão malamá.
Educação e Moradia: O município está lá no fundo do ranking regional nesses quesitos básicos.
Sacrifício da Terra: Pra manter o show caro, o gestor usou a “autotutela” e deu um te sai nos artistas regionais como a Viviane Batidão, tudo pra não levar mijada do Tribunal de Contas.
A Verdade Nua e Crua: “Te Orienta, Gestor!”
Ficou claro que existe um abismo de diferença entre o Alok que faz pose de santo na COP 30 em Belém, doando cachê pra Santa Casa , e o Alok que cobra o valor cheio, na bicuda, de uma prefeitura do interior que tá na roça.
A prefeitura usou a lei da “Inexigibilidade” pra dizer que tudo é legal, mas a gente sabe que a moralidade passou foi longe. No fim das contas, esse show serviu pra tirar dinheiro daqui e mandar pra fora, enquanto o brilho dos drones só serviu pra tapar o sol com a peneira e ofuscar os problemas que o Estado não resolve.
Pra Encerrar o Lero-Lero:
Legalidade não é Ética: O papel pode estar certo, mas a prioridade tá escrota.
Evasão de Riqueza: O dindim do imposto do caboco foi embora num piscar de olhos de LED.
Olho Aberto: O povo e os órgãos de controle precisam ficar de mutuca pra que o brilho da festa não deixe ninguém cego pros nossos direitos.
Tu é doido, é? Gastar o que não tem e ainda dar as costas pro artista local? Já era esse tempo de enganar o povo com luz colorida!.
Referências citadas
- Alok agita carnaval de Vigia, no Pará, com espetáculo de drones – Roma News, acessado em fevereiro 16, 2026, https://www.romanews.com.br/entretenimento/alok-agita-carnaval-de-vigia-no-para-com-espetaculo-de-drones-0226
- Alok agita primeira noite de Carnaval em Vigia com set clássico de música eletrônica, acessado em fevereiro 16, 2026, https://www.oliberal.com/cultura/alok-agita-primeira-noite-de-carnaval-em-vigia-com-set-classico-de-musica-eletronica-1.1085114
- Henry Freitas e Alok abrem hoje o Carnaval no Pará, acessado em fevereiro 16, 2026, https://www.romanews.com.br/entretenimento/henry-freitas-e-alok-abrem-hoje-o-carnaval-no-para-0226
- Alok confirma shows no Carnaval de Vigia e Cametá – Diário do Pará, acessado em fevereiro 16, 2026, https://diariodopara.com.br/carnaval/alok-confirma-shows-no-carnaval-de-vigia-e-cameta/
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- Governo anuncia show do DJ Alok e doação de cachê para a Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, acessado em fevereiro 16, 2026, https://www.agenciapara.com.br/noticia/60082/governo-anuncia-show-do-dj-alok-e-doacao-de-cache-para-a-fundacao-santa-casa-de-misericordia-do-para
- Governo do Pará e Alok reforçam importância da COP 30 com show que marca contagem regressiva para o evento, acessado em fevereiro 16, 2026, https://www.agenciapara.com.br/noticia/61569/governo-do-para-e-alok-reforcam-importancia-da-cop-30-com-show-que-marca-contagem-regressiva-para-o-evento
- Belém celebra contagem regressiva para a COP 30 com show histórico do DJ Alok, acessado em fevereiro 16, 2026, https://agenciapara.com.br/noticia/61623/belem-celebra-contagem-regressiva-para-a-cop-30-com-show-historico-do-dj-alok
- Alok vai destinar cachê de show da COP 30 para Santa Casa, em Belém – G1 – Globo, acessado em fevereiro 16, 2026, https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2024/10/01/alok-vai-doar-cache-de-show-em-belem-para-fundacao-santa-casa-de-misericordia.ghtml
- Diário Oficial Arquivos – Prefeitura Municipal de Vigia de Nazaré – PA | Gestão 2025-2028, acessado em fevereiro 16, 2026, https://vigia.pa.gov.br/c/publicacoes/diario-oficial/
Leis e Atos | Prefeitura Municipal de Vigia de Nazaré – PA (2025-2028) – Portal CR2, acessado em fevereiro 16, 2026, https://www.portalcr2.com.br/leis-e-atos/leis-vigia-de-nazare



