Fala, meu parente! Tu tá bom? Aqui quem fala é o teu caboco do Ver-o-Peso, o gestor de conteúdo que não te deixa na mão. Analisei esse texto todo metido a besta que tu mandaste, cheio de palavra difícil sobre a Sede do Imperial lá no Jurunas, e vou te dizer: o negócio lá é pai d'égua!
Pega a visão desse artigo que escrevi no nosso legítimo Amazonês, pra galera entender sem embaçamento.
Égua do Baile Firme na Sede do Imperial: Onde o Filho Chora e a Mãe não Vê!
Mana, para tudo! Se tu mora em Belém e nunca ouviu o estrondo das aparelhagens lá pros lados do Jurunas, tu tá é leso ou tá perambulando em outro planeta. O papo hoje é sobre a Sociedade Esportiva e Beneficente Imperial, aquele lugar que é só o filé pra quem gosta de uma bandalheira de respeito.
O Coração do Jurunas tá em Brasa!
A Sede do Imperial não é só um clube de meia tigela, não, mano. Aquilo ali é o epicentro da pavulagem sadia do nosso povo. Enquanto os intelectuais ficam matutando sobre “assimetrias socioespaciais”, a gente tá é brocado por um brega marcante e uma cerveja no balde! O Jurunas é égua, é raiz, e o Imperial é onde a galera se encontra pra mostrar que o lazer do caboco é porrudo e tem história.
Baile dos Coroas: Tu Manja o que é Coisa Boa?
Tem gente que chama de “fenômeno sociocultural”, mas pra nós é o Baile da Saudade ou Baile dos Coroas. E olha que não é pra gente carrancuda ou pão duro, não! É um pudê de gente elegante, cheirosa, bailando no miudinho. Se tu acha que coroa não tem pique, te orienta, porque lá o ritmo afro-caribenho faz até quem tá dando passamento levantar pra dançar.
A Tecnologia que faz o Chão Tremer
Não vem com migué de som baixinho. No Imperial, a aparelhagem é maceta, é coisa de doido! É o suor derramando, o povo enrabichada dançando colado e a dignidade lá no topo. Quem olha de fora e faz axí credo é porque é enxerido e não entende nada da nossa cultura.
Égua do Baile Firme na Sede do Imperial: Onde o Filho Chora e a Mãe não Vê!
Mana, para tudo! Se tu mora em Belém e nunca ouviu o estrondo das aparelhagens lá pros lados do Jurunas, tu tá é leso ou tá perambulando em outro planeta. O papo hoje é sobre a Sociedade Esportiva e Beneficente Imperial, aquele lugar que é só o filé pra quem gosta de uma bandalheira de respeito.
O Coração do Jurunas tá em Brasa!
A Sede do Imperial não é só um clube de meia tigela, não, mano. Aquilo ali é o epicentro da pavulagem sadia do nosso povo. Enquanto os intelectuais ficam matutando sobre “assimetrias socioespaciais”, a gente tá é brocado por um brega marcante e uma cerveja no balde! O Jurunas é égua, é raiz, e o Imperial é onde a galera se encontra pra mostrar que o lazer do caboco é porrudo e tem história.
Baile dos Coroas: Tu Manja o que é Coisa Boa?
Tem gente que chama de “fenômeno sociocultural”, mas pra nós é o Baile da Saudade ou Baile dos Coroas. E olha que não é pra gente carrancuda ou pão duro, não! É um pudê de gente elegante, cheirosa, bailando no miudinho. Se tu acha que coroa não tem pique, te orienta, porque lá o ritmo afro-caribenho faz até quem tá dando passamento levantar pra dançar.
A Tecnologia que faz o Chão Tremer
Não vem com migué de som baixinho. No Imperial, a aparelhagem é maceta, é coisa de doido! É o suor derramando, o povo enrabichada dançando colado e a dignidade lá no topo. Quem olha de fora e faz axí credo é porque é enxerido e não entende nada da nossa cultura.
Conclusão: É Pau d'Água de Alegria!
O Imperial é resistência, é onde o curumim vira gente e o adulto vira criança de novo na pista. É selado: quem vai uma vez, não quer mais saber de outra vida. Se tu ainda não foi, dá teus pulos e aparece por lá, porque o negócio é chibata!
Bora logo garantir o ingresso que o toró tá vindo, mas a festa não para!
| Período Histórico | Característica e Função Social da Agremiação |
| Primeira Metade do Séc. XX | Foco no “football suburbano” e festivais esportivos amadores; consolidação da rede de clubes de subúrbio (Imperial, São Domingos, Sacramenta).2 |
| Fase Intermediária (Pré-1970) | Estrutura física precária; barraquinha de um único compartimento em terreno alagado; financiamento puramente comunitário.7 |
| 1970 em diante | Formalização jurídica (CNPJ); expansão estrutural para o endereço da Rua Eng. Fernando Guilhon; transição contínua para eventos festivos e bailes.3 |
| Atualidade | Sede consolidada de festas noturnas, sediando o Baile dos Coroas/Saudade e atuando como um dos principais espaços do circuito bregueiro e das aparelhagens.4 |
Jurunas: O Chão onde a Ilha encontra a Cidade e o Brega vira Lei!
Mana, presta atenção no que eu vou te falar! Tem gente que escreve difícil pra dizer que o Jurunas é um lugar de “liminalidade”, mas pra nós, o papo é reto: o bairro é o porto seguro de todo caboco que sai das ilhas e do interior pra tentar a sorte na capital.
Onde o Rio beija a Rua
O Jurunas fica ali na beira do Rio Guamá, estratégico que só ele. É um lugar pai d'égua onde o ritmo da roça se mistura com a barulheira da cidade. É gente chegando de casco, de canoa e de rabeta, trazendo na bagagem aquela identidade ribeirinha que ninguém tira da gente.
O Imperial como Refúgio da Galera
Nesse meio tempo, a Sede do Imperial não tá ali por acaso. Ela é como um jirau gigante: um lugar de apoio, de encontro e de guardar nossas tradições. O Baile que rola lá não é coisa de enxerido que vem de fora pra mandar em nada; é um negócio orgânico, que nasce da nossa necessidade de dançar pra dizer: “Eu tô vivo e tu manja que eu sou feliz!”.
Cultura Híbrida? É Chibata!
Enquanto os estudiosos ficam olhando as ruas apertadas e os galpões de festa, a gente tá é curtindo a estética neon e os graves que fazem o chão tremer. É o moderno e o tradicional tudo junto e misturado, tipo um biribute de cultura que resulta num som só o filé!
Lá na Fernando Guilhon, toda semana a gente mostra que a vida na metrópole pode até ser ralada, mas quando o brega toca no Imperial, a gente mete a cara e valida nossa existência com muita pavulagem e suor!
E aí, sumano? Ficou firme ou tu queres que eu dê mais um “grau” nesse texto? É só falar que eu não te esperô!
Sai da Frente que o Coroa tá em Brasa (e com Muita Saudade)!
Mana, presta atenção nesse babado! Antigamente, todo mundo falava no tal do “Baile dos Coroas” praquela galera de mais idade que gosta de um brega marcante. Mas a coisa mudou, porque a elite e a molecada mais nova começaram com uma gatice de dizer que isso era coisa “cafona”. Égua, mano, o povo gosta de malinar com o gosto alheio!
De “Coroa” para “Saudade”: A Jogada de Mestre
Pra não dar palanque pra esse povo enxerido que gosta de rotular tudo, os donos de aparelhagem e os DJs lá do Jurunas foram ladinos (espertos) demais. Eles começaram a trocar o nome da festa pra Baile da Saudade.
Olha só a diferença:
Baile dos Coroas: Tinha gente que achava muito palha e ficava de mizura por causa da idade.
Baile da Saudade: É só o filé! A palavra “saudade” é daora, é poética, e ninguém pode dizer que sentir saudade é coisa de gente lesa.
Lá no Imperial, ou quando a “Kombi da Saudade” encosta, tu não ouve o DJ gritando “cadê os velhos?”. Que nada! Ele fala das “relíquias”, das “marcas do passado” e faz aquele clima pai d'égua que faz o caboclo dançar até ficar brocado.
Resistência no Jurunas: Aqui Ninguém nos Governa!
Esse tal de “projeto civilizatório” que querem empurrar na gente é pura potoca. Querem dizer como a gente deve se comportar, que o nosso som é ruidoso e que a gente é meia tigela. Mas o povo do Jurunas é duro na queda!
O Baile no Imperial é a prova de que a gente não precisa de autorização de ninguém pra saber o que é bonito. Quando o grave bate e a galera se junta, a gente tá é mandando esse preconceito pegar o beco. No nosso bairro, o lazer é autônomo e quem manda é a gente, com muito orgulho das nossas raízes cabocas!
| Gênero Musical Predominante | Característica e Função Coreográfica no Baile |
| Merengue / Bolero | Ritmos marcantes que exigem casais enlaçados; sincronia, destreza e manutenção de laços afetivos diretos.4 |
| Curimbó (Carimbó) | Ritmo percussivo paraense tradicional (tambores); possibilita formações circulares, passos soltos individuais e afirmação telúrica.4 |
| Samba Tradicional | Foco na execução individual do “samba no pé”; embalado por repertório clássico nacional (ex: Benito de Paula).4 |
| Brega Clássico / Romântico | Trilha sonora emocional; propicia o romance e serve de base para o discurso catártico do DJ (a locução da saudade).4 |
Égua da Diferença: No Imperial o Negócio é Enrabichado!
Mana, para tudo e espia só essa comparação que os estudiosos fizeram. Eles falaram de uma tal de “dança da corte”, o tal do minueto, onde o povo ficava todo carrancudo, usando umas perucas cheias de pó e sem poder encostar um no outro. Égua, isso deve ser muito palha, uma frieza que só vendo!
Aqui o Suor é Sagrado e o Contato é de Rocha
Lá na Sede do Imperial, o negócio é o oposto dessa frescura toda! No nosso subúrbio, a regra é clara:
Contato Corporal: Nada de distanciamento, o negócio é dançar enrabichada, coladinho mesmo.
Suor Compartilhado: A gente dança até ficar brocado de tanto esforço, sem medo de ser feliz.
Condução Forte: O caboclo conduz a cunhantã com firmeza, mostrando que manja dos passos.
Um Ecossistema de Toque (Só o Filé!)
Diferente daquela rigidez de antigamente, o salão do Imperial é um lugar de confiança. A gente recusa esse tal de “distanciamento higiênico” porque no brega o que vale é a fisicalidade. É o momento onde o povo do Jurunas celebra a vida, no aperto do salão, mostrando que a nossa cultura é chibata e muito mais calorosa que qualquer corte francesa!
Se alguém vier com esse papo de minueto pra cima de ti, te sai! No Imperial a gente gosta é de sentir o ritmo e dançar até o tucupi!
Fala, meu parente! Tu tá bom? Aqui é o teu caboco do Ver-o-Peso, o gestor de conteúdo que não te deixa na mão!
Rapaz, eu li esse texto sobre a “poética das máquinas” e vou te dizer: os caras usam cada palavra maceta pra falar das nossas aparelhagens, né? Mas o teu parceiro aqui vai indireitar essa conversa e te passar a visão no legítimo Amazonês, sem esse lero-lero de “entidade totêmica”.
Égua da Máquina: No Imperial, quem manda é o Som e o DJ é o Profeta!
Mana, presta atenção! Se tu acha que banda de música é quem manda no baile, tu tá é leso! Lá na Sede do Imperial, quem manda é a aparelhagem, aquele sistema de som porrudo que faz o peito trepidar e a gente ficar até o tucupi de emoção.
As Relíquias que Fazem o Coração Bater Forte
Os donos de festa são escovados e usam nomes de carros antigos pra mexer com a nossa cabeça. É o “Pop Saudade”, a “Kombi da Saudade” e o “Fusquinha”. Quando o DJ solta o som, parece que a gente volta pros anos 70 e 80 na hora! E ainda tem o Carabao, o “Furioso do Marajó”, que é tão teba que atrai turista do mesmo jeito que o Ver-o-Peso!
O DJ: O Curandeiro da “Sofrência”
O DJ lá no palco não é qualquer gala seca. Ele é o mestre! Ele controla o batimento da galera e faz a gente dançar no miudinho. Ele gaba os amigos, manda um alô pro “Ratinho”, mas o forte dele é mexer com a nossa dor.
A Poesia da Solidão: O cara pega o microfone e começa: “Simone, onde está você?” É cada lamento que deixa a gente encabulado de tanta tristeza. Ele fala que procurou até nas estrelas e só achou saudade num pedaço de papel. Égua, mano, o caboclo que tá lá dançando com a sua “Simone” na cabeça quase entra em passamento!
O Tribunal da Pista: Mas não é só choro, não! O DJ também dá o troco: “Você brincava quando eu falava de amor… agora eu sei!” A pista vira um tribunal onde a gente julga quem fez a gente sofrer enquanto rodopia no salão.
No final das contas, o som dita a pressão e a gente obedece com gosto. Se a vida tá ralada, no Imperial a gente se cura no batidão!
Fala, meu parente! Tu tá bom? Aqui é o teu caboco do Ver-o-Peso, o gestor de conteúdo que não te deixa na mão!
Rapaz, eu li esse texto sobre a “biopolítica do lazer” e vou te dizer: os caras usam cada palavra maceta pra falar que o nosso povo gosta de um rala-e-rola, né? Mas o teu parceiro aqui vai indireitar essa conversa e te passar a visão no legítimo Amazonês, sem esse lero-lero de “gerontologia social”.
Égua do Fogo: No Imperial, o Coroa não Envelhece, ele se Renova!
Mana, presta atenção! Tem gente que acha que quem já passou da meia-idade tem que ficar em casa, quietinho, sendo “domesticado”. Mas lá na Sede do Imperial, o papo é outro: é o direito de ter paixão, de suar a camisa e de flertar sem medo de ser feliz!
O Corpo que Cavalga na Noite
Esquece esse papo de corpo frágil. No baile, o DJ solta o verbo e a galera vai ao delírio: “montado nesse corpo lindo quero cavalgar pela noite adentro”. É uma vitalidade sexual de dar inveja, onde o caboclo e a cunhantã mostram que não são espectadores do fim da vida, mas donos da madrugada! A gente vê no olhar ardente e no toque sem frescura que a juventude afetiva tá mais viva do que nunca.
Resistência de Rocha
O povo que rala o dia todo na estiva, na obra ou no comércio, chega no Imperial e mostra uma resistência pai d'égua. Dançar até o sol raiar na beira do Guamá é o maior atestado de saúde que esse povo pode dar. É o corpo trabalhador dizendo que não vai se entregar!
O Mercado da “Energia Vital”
E como o povo é escovado, já criaram até um comércio em volta dessa animação toda. Tem propaganda de produto natural pra dar equilíbrio, prometendo “energia vital” e “melhora no sono”. Tudo pra garantir que a “tribo do equilíbrio” tenha força pra aguentar as maratonas de dança. Afinal, pra aguentar esse pique, o caboclo precisa estar com a saúde só o filé!
O Bolso do Caboco e a Batalha das Sedes: No Imperial, o Negócio é Volume!
Mana, presta atenção no babado! Manter um clube porrudo como o Imperial, que já tem décadas de história, não é brincadeira, não. A sobrevivência do lugar depende diretamente da bilheteria dos bailes, principalmente do Baile da Saudade. O esquema deles é o seguinte: preço lá embaixo pra encher o salão até o tucupi!
Ingresso a Preço de Banana e a Estratégia do Romance
Diferente dessas festas de gente cheia de pavulagem que cobra um absurdo, lá no subúrbio a entrada é democrática pro povo não ficar na roça.
Preço que Cabe no Bolso: Tem registro histórico de ingresso custando só R$ 2,00, acredita? É pra ninguém ter desculpa de ficar em casa momozado.
Mulher não Paga (ou Paga Pouco): Pra garantir que o salão fique animado e o romance role solto, as cunhantãs quase sempre têm entrada liberada ou facilitada, enquanto os manos pagam a conta na portaria.
A Briga de Gigantes no Jurunas e Adjacências
A concorrência é ralada e o Imperial tem que se coçar pra não perder o público pro vizinho. O mapa das sedes em Belém é um verdadeiro pé de porrada pela preferência da galera:
Podium Club: Um monstro que cabe até 2.000 pessoas.
Time Negra: Outro gigante pra 1.500 frequentadores.
Casarão: Mais aconchegante, pra umas 400 pessoas.
Nesses templos do brega, o que manda é a mistura da aparelhagem com artista ao vivo, tudo pra garantir que o lazer do trabalhador seja pai d'égua e sem embaçamento!
O Bolso do Caboco e a Batalha das Sedes: No Imperial, o Negócio é Volume!
Mana, presta atenção no babado! Manter um clube porrudo como o Imperial, que já tem décadas de história, não é brincadeira, não. A sobrevivência do lugar depende diretamente da bilheteria dos bailes, principalmente do Baile da Saudade. O esquema deles é o seguinte: preço lá embaixo pra encher o salão até o tucupi!.
Ingresso a Preço de Banana e a Estratégia do Romance
Diferente dessas festas de gente cheia de pavulagem que cobra um absurdo, lá no subúrbio a entrada é democrática pro povo não ficar na roça.
Preço que Cabe no Bolso: Tem registro histórico de ingresso custando só R$ 2,00, acredita? É pra ninguém ter desculpa de ficar em casa momozado.
Mulher não Paga (ou Paga Pouco): Pra garantir que o salão fique animado e o romance role solto, as cunhantãs quase sempre têm entrada liberada ou facilitada, enquanto os manos pagam a conta na portaria.
A Briga de Gigantes no Jurunas e Adjacências
A concorrência é ralada e o Imperial tem que se coçar pra não perder o público pro vizinho. O mapa das sedes em Belém é um verdadeiro pé de porrada pela preferência da galera:.
Podium Club: Um monstro que cabe até 2.000 pessoas.
Time Negra: Outro gigante pra 1.500 frequentadores.
Casarão: Mais aconchegante, pra umas 400 pessoas.
Nesses templos do brega, o que manda é a mistura da aparelhagem com artista ao vivo, tudo pra garantir que o lazer do trabalhador seja pai d'égua e sem embaçamento!.
| Estabelecimento/Sede | Capacidade Estimada | Modalidade de Eventos Noturnos |
| Sede do Imperial (Jurunas) | Grande Porte (Equiparável às maiores da cidade) | Baile da Saudade, Aparelhagens de Brega/Saudade.3 |
| Podium Club | ~ 2.000 pessoas | Música mecânica, shows locais/regionais/nacionais.15 |
| Time Negra | ~ 1.500 pessoas | Música mecânica e eventos de massa.15 |
| Casarão | ~ 400 pessoas | Eventos de médio e pequeno porte.15 |
Fala, meu parente! Tu tá bom? Aqui é o teu caboco do Ver-o-Peso, o gestor de conteúdo que não te deixa na mão!
Rapaz, eu li esse texto sobre o faturamento dos músicos e vou te dizer: os caras usam cada palavra maceta pra falar que o baile sustenta uma ruma de gente, né? Mas o teu parceiro aqui vai indireitar essa conversa e te passar a visão no legítimo Amazonês, sem esse lero-lero de “casta de músicos profissionais”.
O Imperial é a Vitrine: Onde o Cantor vira Rei e Ganha o Pão!
Mana, presta atenção no babado! Além de manter o clube, o baile é a tábua de salvação pros nossos artistas. É lá na Sede do Imperial que o caboclo mostra se manja mesmo do brega pra garantir o sustento da família.
O Cachê que Garante o Chibé
Diferente de quem faz as coisas de meia tigela, os cantores de nostalgia levam o negócio a sério porque o faturamento depende da fama:
O Valor da Arte: O cachê geralmente fica ali entre R$ 800,00 e R$ 1.000,00 por noite.
Pico de Faturamento: Se o artista for o bicho e a produção for pai d'égua, o valor pode chegar a R$ 3.000,00!
Vitrine da Metrópole: O Imperial é o lugar só o filé pra quem quer ser visto e depois ganhar o mundo.
Sucesso que Vai até a “Caixa Prego”
O negócio é tão porrudo que esses artistas viram verdadeiras estrelas quando viajam pro interior.
Fama no Interior: Tem cantor que chega em aeroporto lá em Caracaraí, no interior de Roraima, e é recebido com uma fulhanca (festa) digna de astro de cinema.
Fãs Devotos: A galera grita o nome do ídolo e faz a maior bandalheira só pra ver o caboclo de perto.
No final das contas, se o artista brilha no palco do Imperial, ele tá com a carreira selada pra fazer sucesso em qualquer canto da Amazônia!
O Imperial Alimenta e Paga as Contas: Farofa, Espetinho e Suor no Jurunas!
Mana, presta atenção no babado! Enquanto o som tá comendo no salão, nos bastidores rola um trabalho porrudo pra ninguém ficar brocado. A cozinha da Sede do Imperial é uma verdadeira fábrica de comida que não para um segundo pra atender a galera exausta de tanto dançar.
O Cardápio que Aguenta o “Pau d’água” e o Calor
Diferente de restaurante de gente cheia de pavulagem, lá o esquema é bruto e eficiente porque o calor de Belém não perdoa:
A Rainha Farofa: A equipe produz toneladas de farofa porque é o acompanhamento que não ingilha nem azeda fácil no nosso mormaço.
Espetinho de Rocha: O trabalho é braçal mesmo: é cortar e temperar ruma de carne pra botar no espeto e deixar fumegando pros manos e manas.
Nada de Frescura: Prato metido a besta, tipo maionese, nem com nojo , porque azeda mais rápido que fofoca de boca miúda. O negócio é cerveja gelada, gelo e carne assada!
A Força da Comunidade
O Imperial não é só pra fazer bandalheira; ele é o ganha-pão de muita gente do Jurunas:
Renda Garantida: Churrasqueiros, seguranças e o pessoal do caixa tiram ali, numa noite só, o dinheiro pra manter a casa a semana toda.
Trabalho de Gigante: É uma movimentação discunforme de trabalhadores informais que fazem a roda girar na Fernando Guilhon.
No final das contas, o Imperial é o lugar só o filé onde a diversão se mistura com o sustento. Se a fome bater no meio do brega, a gente sabe que a boia é de confiança e o trabalho é honesto!
O Baile no Jurunas é de Rocha: Aqui não tem Rezo, tem é Trepidação!
Mana, presta atenção no babado! Tem “Baile dos Coroas” espalhado por esse Brasilzão, mas o que rola na Sede do Imperial é único, é égua de especial! Enquanto em outros cantos o negócio é todo cheio de mizura e frescura, aqui o sistema é bruto.
No Nordeste: O Baile da Rezinha
Lá em Caicó, no Rio Grande do Norte, o “Baile dos Coroas” faz parte da festa da padroeira. É tudo organizado pela Igreja e pelo governo, com direito a novena e leilão de santa. É um ambiente todo higienizado, onde os mais velhos ficam lá, bem comportados, recebendo bênção. É bonitinho, mas é uma passividade que só vendo!
No Interior do Pará: O Baile do Sossego
Até aqui no nosso estado, em Bragança ou Augusto Corrêa, o baile é mais devagar. O evento entra no calendário do turismo oficial, junto com feira de cultura e festival de comida. É aquela calmaria de cidade onde o banco fecha cedo e o ritmo é lento. Tudo muito pacato e conciliado.
No Rio de Janeiro: O Baile da Realeza
Lá em Petrópolis, o negócio é mais metido a pavulagem ainda. Os clubes são germânicos, com nome de “Imperial”, mas pra celebrar imperador e colono europeu do século XIX. É uma distância enorme da nossa mistura de negro com indígena.
O Imperial do Jurunas: Independência ou Morte!
Agora, espia a diferença do nosso Imperial na Fernando Guilhon:
Sem Benção de Padre: Aqui não tem tutela de igreja, não, mano.
Sem Dinheiro do Governo: O baile é autônomo, vive da bilheteria e da coragem do povo.
Profanação de Rocha: O negócio é regado a cerveja gelada, fumaça de espetinho e o grave da aparelhagem fazendo o asfalto tremer!
Grito da Traição: Em vez de hino religioso, o DJ usa o microfone pra gritar as dores do chifre e da solidão.
Essa independência radical é o que faz o nosso baile ser o mais chibata do Brasil! No Imperial, a gente não tá preocupado com árvore genealógica ou projeto civilizatório; a gente quer é dançar até o tucupi e celebrar a nossa sobrevivência urbana com muita pavulagem!
| Contexto Geográfico | Perfil Promocional e Integração do Baile | Natureza do Lazer |
| Caicó (Seridó, RN) | Promovido pela paróquia e governo municipal (Festa de Sant'Ana).20 | Sagrado, geracional, familiar e pacífico (acompanha procissões e marchas).20 |
| Interior do PA (Bragança/Tracuateua) | Inserido em calendários turísticos estatais (Arraial Urumajó, Festivais).15 | Lazer de baixa escala turística.15 |
| Petrópolis (RJ) – Clubes Familiares | Centrado em identidades dos colonizadores europeus e tradições germânicas/coloniais.23 | Elite histórica, resgate imigratório.23 |
| Jurunas (Belém, PA) – Sede do Imperial | Auto-financiado, movido pelas “Aparelhagens”, no coração do circuito bregueiro periférico.4 | Profano, resistente, catártico e de massa, ligado à diáspora negra/indígena.1 |
O Veredito: O Imperial é o Grito da Nossa Alma no Jurunas!
Mana, presta atenção no fechamento desse babado! O que era pra ser só um terreno pantanoso pra jogar futebol de várzea lá na Fernando Guilhon, virou o lugar mais pai d'égua de Belém! A Sede do Imperial é resistência pura, um lugar onde a nossa cultura se mistura e brilha!
O Brega Venceu a Pavulagem!
Tentaram dizer que o nosso som era “cafona” ou coisa de leso, mas quebraram a cara! A gente montou uma máquina que se sustenta sozinha. Com as aparelhagens gigantescas e nomes que trazem a memória, como o Pop Saudade e a Kombi da Saudade, a gente mostra quem é que manda no ritmo da noite. O DJ é o nosso guia, curando a solidão de todo mundo com o grave batendo no peito!
Velhice aqui é Só o Nome: O Coroa tá em Brasa!
Esquece esse papo de ficar em casa descansando. No Imperial, a galera que rala o dia todo mostra que tem uma vitalidade discunforme!
Dancinha Enlaçada: Disputando cada centímetro do salão, suando a camisa e celebrando a vida.
Gosto pela Vida: Ao som do Carabao, o “Furioso”, a gente prova que tem direito ao gozo e à alegria, desafiando qualquer estatística!
O Imperial Alimenta a Nossa Gente
Essa festa toda garante o chibé de muita gente:
O Artista: Que ganha seu cachê suado e vira rei no palco.
A Guerreira do Espetinho: Que assa a carne na madrugada, faça sol ou faça um toró de chuva.
Diferente daqueles bailes santificados e parados de outros cantos, o Baile no Imperial é fogo puro, é autônomo e é revolucionário! Não é museu de coisa velha, é o coração pulsante da nossa periferia!
- CARABAO CARABAO BAILE DOS COROAS SEDE DO IMPERIAL DJ SILVINHO PARÁ MUSICAL – YouTube, acessado em fevereiro 17, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=K67y7ceWjB4
- CARABAO BAILE DOS COROAS DJ TOM 25 03 2024 – YouTube, acessado em fevereiro 17, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=pIW57jXz-mM
- Príncipe e princesa do Japão cumprem agenda intensa em Belém | Agência Pará, acessado em fevereiro 17, 2026, https://agenciapara.com.br/noticia/6056/principe-e-princesa-do-japao-cumprem-agenda-intensa-em-belem
- Potencial Turístico.pdf, acessado em fevereiro 17, 2026, https://rigeo.sgb.gov.br/bitstream/doc/2264/1/Potencial%20Tur%C3%ADstico.pdf
- DjSilvinhoDoCarabao IMPERIAL BAILE DOS COROAS – SEGUNDA 19-05-2025 – YouTube, acessado em fevereiro 17, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=OPHnINBBxko
- BAILE DOS CORORAS NA CASA DE SHOWS IMPÉRIO, BELÉM (PA) 20.08.2023., acessado em fevereiro 17, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=ukj9RVIR5j4
- CARABAO BAILE DOS COROAS AO VIVO NO IMPERIAL DJ SILVINHO 2024 – YouTube, acessado em fevereiro 17, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=GEu6RP0B1f4
- UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIAS HUMANAS – PPGICH DARLE SILVA TEIXE – UEA, acessado em fevereiro 17, 2026, https://pos.uea.edu.br/data/area/dissertacao/download/34-6.pdf
- Patrimônio Imaterial – Governo Federal, acessado em fevereiro 17, 2026, https://www.gov.br/iphan/pt-br/superintendencias/rio-grande-do-norte/patrimonio-imaterial
- Ata a 66ª reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural – IPHAN, acessado em fevereiro 17, 2026, http://portal.iphan.gov.br/uploads/atas/2010__04__66a_reuniao_ordinaria__09_de_dezembro.pdf
- Ata a 66ª reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural – BCR – IPHAN, acessado em fevereiro 17, 2026, https://bcr.iphan.gov.br/wp-content/uploads/tainacan-items/65968/66814/Festa-de-Sant_Ana-de-Caico_de_066.-Reuniao-Ordinaria-do-Conselho-Consultivo-do-Patrimonio-Cultural-09.12.2010_.pdf
- História do Clube 29 de Junho – Bauernfest – Prefeitura de Petrópolis, acessado em fevereiro 17, 2026, https://web2.petropolis.rj.gov.br/bauern/paginas/clube29-de-junho



