Fala, mano! Se tu tá querendo saber da história dessa cúmbia, te aquieta aí que eu vou te aplicar a real. O negócio é pai d'égua!
Olha só, “La Zenaida” é aquele tipo de música que, quando começa a tocar, não tem um que fique de touca; o caboco já quer logo rudiar no meio do salão. Essa cumbia do Armando Hernández é um fato novo que virou clássico, vinda lá da Colômbia, mas que aqui no Pará a gente adotou como se fosse nossa, tocando em tudo que é fulhanca e bumbarqueira.
A Batida que é Só o Filé
A música é só o creme, mano! Ela tem aquele balanço gostoso do acordeon que faz a gente querer fuliar até a varrição. O ritmo é chibata, bem cadenciado, daqueles que tu dança de bubulhaa, bem tranquilo, mas sem perder o rebolado.
O Enredo da Música
A letra fala de uma tal de Zenaida, e o Armando Hernández canta com uma gaiatice que é é o bicho! É uma declaração de amor misturada com festa, perfeita pra quem quer se quebrar com uma gata no baile. Se tu ouvir e não balançar o esqueleto, ou tu tá momozado ou tu é leso.
O Ritmo: É uma cumbia clássica, mas com aquele tempero que deixa a galera asilada pra dançar.
A Energia: É música de galera, pra reunir a cambada e tomar uma gelada (mas sem ficar papudinho, hein!).
O Sucesso: “La Zenaida” é maceta, gigante em qualquer aparelhagem ou festa de interior.
Então, se tu ainda não conhece, mete a cara e vai ouvir, porque essa música é muito firme e não tem erro: é selado que tu vai gostar!
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