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A Trajetória de Almir Gabriel: O Político Pai d’Égua que Mudou o Pará ou um Cara Cheio de Pavulagem?

A Trajetória de Almir Gabriel: O Político Pai d'Égua que Mudou o Pará ou um Cara Cheio de Pavulagem? Égua, galera! O papo hoje aqui...

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A Trajetória de Almir Gabriel: O Político Pai d’Égua que Mudou o Pará ou um Cara Cheio de Pavulagem?

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A Trajetória de Almir Gabriel: O Político Pai d'Égua que Mudou o Pará ou um Cara Cheio de Pavulagem?

Égua, galera! O papo hoje aqui no Ver-o-Peso é sobre uma figura maceta da nossa história política recente: Almir Gabriel.

O cara não era nenhum meia tigela; foi médico tisiologista, prefeito, governador e manjava muito das engrenagens do poder.

Tem quem diga que ele foi o bicho pras obras do Estado, mas também tem umas histórias bem escrotas no meio desse balaio, como a venda da nossa energia. Bora desembolar esse causo sem lero lero!

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De Curumim a Doutor

Nascido bem aqui na nossa terra em 1932, o curumim Almir estudou na UFPA e virou médico focado em tratar os pulmões, ajudando a combater a tuberculose na época.

O bicho era invocado pra trabalhar e logo foi chamado pra administrar o Hospital João de Barros Barreto e virar secretário de saúde.

O cara não ficava só no migué, era um administrador linha dura e focado na ciência.

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Meteu a Cara na Política e na Constituinte

No início dos anos 80, o Jader Barbalho botou ele como prefeito de Belém.

Lá, ele começou a dar um trato na nossa capital, já mexendo no nosso sagrado Complexo do Ver-o-Peso e ajeitando o Solar da Beira.

Mas foi no Senado que ele meteu a cara de verdade. Como relator na Assembleia Constituinte, o cara ajudou a escrever a Constituição de 88 e botou a base pra criar o nosso SUS (Sistema Único de Saúde).

Depois disso, ainda ajudou a fundar o PSDB com o FHC. Te mete com o currículo do homem!

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Governador Duro na Queda e Obra pra Todo Lado

Em 1994, ele ganhou pro governo e achou o Estado liso, liso. Ele deu uma ajeitada nas contas, enxugou a máquina com austeridade e salvou o Banpará pra não fechar as portas.

Quando o vice dele, o Hélio Gueiros Júnior, quis fazer uma gambiarra e demitir os secretários dele enquanto ele operava em São Paulo, Almir voltou, botou ordem na casa e mostrou quem mandava.

Aí começou o tempo de dar uma nova cara pro Pará:

  • Estradas e Luz: Ele mandou asfaltar um monte de estrada pra integrar esse nosso Pará discunforme de grande. Fez a gigantesca Alça Viária com suas pontes enormes, que tirou o sufoco do trânsito de Belém, e criou o Tramoeste pra levar energia pro interior.
  • Turismo Pai d'Égua: Em Belém, pegou lugares que tavam se acabando e transformou na Estação das Docas, no Mangal das Garças e no Polo Joalheiro (antigo presídio). Deixou tudo bacana pra atrair turista!
  • Projeto Una: A galera da Bacia do Una sofria na mão do alagamento quando dava um toró. Ele fez a macrodrenagem, tirou muita gente da palafita e da tuíra do côro, e botou em casas de alvenaria em bairros novos, dando fim àquele pesadelo das águas invadindo tudo.

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As Visagens do Governo: CELPA e o Massacre

Mas nem tudo na gestão dele foi só o filé. O governo teve umas tretas pesadas que mancharam a história:

  • A Venda da CELPA: Ele desestatizou a nossa CELPA e entregou pro Grupo Rede. A conta de luz foi lá na caixa prega, o serviço desabou e o caboco começou a sofrer com apagões constantes.
  • Eldorado do Carajás: O pior de tudo foi o diacho do Massacre de Eldorado do Carajás, em 1996. Os sem-terra tavam na estrada cobrando o INCRA. A Polícia Militar chegou na porrada e meteu bala com fuzil, executando 19 trabalhadores de forma covarde, uma malinar sem justificativa.

O Almir não foi condenado na Justiça de forma direta, mas a culpa política caiu inteira nas costas dele. É uma visagem na biografia que nunca vai sumir.

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O Fim da Linha

Lá pro final do seu tempo no Palácio, ele elegeu o Simão Jatene pra continuar o trampo. Anos depois, ele quis voltar ao poder, mas a cúpula do próprio partido deixou ele na mão pra apoiar a reeleição do Jatene.

Ele ficou revoltado, escafedeu-se do PSDB atirando pra todo lado e foi pro PTB, mas o tempo dele já era. Almir Gabriel faleceu em 2013, vitimado por problemas pulmonares e cardíacos.

Resumo da ópera: Almir Gabriel foi um cacique duro na queda. O bicho era um trator administrativo que construiu pontes, organizou a saúde e mudou a cara do Pará. Porém, a frieza pra lidar com os caboclos mais humildes e a venda cruel do nosso patrimônio energético mostram que a modernidade do “almirismo” teve um preço altíssimo para o povo.

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