Olha, caboco, o Bosque não é qualquer praça de meia tigela não, viu? Ele é um pedaço da nossa floresta que ficou ali no meio da cidade, resistindo que nem gente dura na queda. São 15 hectares de mata ali no bairro do Marco que deixam qualquer um pagando de tão bonito.
Fotos do Interior do Bosque Rodrigues Alves
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Um Pouco de História (Sem Lero-Lero)
Lá no tempo do Ciclo da Borracha, Belém queria ser a “Paris n'América”. O povo tava cheio de pavulagem, trazendo tudo da Europa. Mas, em vez de derrubarem tudo pra fazer prédio, deixaram esse fragmento de mata primária pra gente. Foi uma ideia muito firme, porque hoje o Bosque é um monumento que conta a história da nossa Belém desde quando ela era pequena até virar essa metrópole que vai sediar até a COP30. Te mete!
O que tem de Bacana por lá?
Se tu for lá perambular , vai encontrar muita coisa daora:
Visagem? Olha, história de arrepiar tem aos montes , mas o que tu vai ver mesmo é a fauna e a flora que são o bicho.
Peixe-Boi: Tem o manejo desses bichos que estão ameaçados. É só o filé ver o cuidado com eles.
Arquitetura: Tem aquelas estruturas de ferro da Belle Époque que são iscipiá.
Refresco: No meio do calorão de Belém, entrar no Bosque é ficar de bubulhaa, porque o clima lá dentro é bem mais fresco.
Mas Te Orienta, viu?
Não vai pra lá fazer bandalheira ou querer malinar com os bichos. O Bosque é pra gente cuidar! Se tu for daqueles enxeridos que não respeitam a natureza, égua, tu vai levar uma mijada de todo mundo!
O Bosque é o nosso orgulho, um lugar que mostra que a gente pode ter cidade e floresta juntas, sem precisar tapar o sol com a peneira. É um fato novo a cada visita!
A Revolução do Antônio Lemos: Quando o Mato do Marco Virou Pavulagem de Rico (1897–1911)
Olha já, mano, tu sabia que o Bosque Rodrigues Alves nem sempre foi esse lugar de levar os curumins pra ver os bichos de bubuia? Antigamente, na época da Belle Époque, o negócio era bem diferente e cheio de pavulagem da elite.
3.1. Antônio Lemos e a Faxina no Bosque
A mudança maceta mesmo aconteceu quando o Intendente Antônio Lemos assumiu a parada (1897–1911). O homem era invocado e queria porque queria deixar Belém com cara de Paris. Ele era adepto do tal urbanismo higienista — que é um nome bonito pra dizer que ele queria acabar com qualquer rastro de “barbárie” (ou seja, o jeito simples e o linguajar do nosso povo caboco).
Pro Lemos, o Bosque do Marco da Légua não podia ser só “mato” de perambular. Ele queria um parque chique, tipo aqueles da Europa, onde a natureza tinha que obedecer ao homem. A reinauguração em 1903 foi um verdadeiro fato novo, mas com um detalhe: era um espaço de exclusão.
Dá um saque no que o homem fez:
Drenagem e Aterro: Ele mandou ajeitar o terreno pra não ficar aquela lama de pau d'água que cria carapanã.
Caminhos de “Promenade”: Em vez de rua reta, ele fez uns caminhos todos cheios de mizura, sinuosos, pra elite ficar passeando e mostrando as roupas caras.
A Cerca do Controle: Ele cercou o Bosque todinho! No papel era pra organizar, mas na prática era pra deixar a cambada mais pobre de fora. Era tipo um clube de meia tigela pra aristocracia da borracha se sentir o bicho.
3.2. Mudança de Nome: Puxando o Saco do Presidente
No meio de tanta obra, o parque deixou de ser “Bosque do Marco” pra virar Bosque Rodrigues Alves. Isso foi uma estratégia do Lemos pra ficar culiado com o então Presidente da República. O Rodrigues Alves tava fazendo a mesma coisa no Rio de Janeiro — o famoso “bota-abaixo” — e o Lemos queria mostrar que aqui no Pará o negócio também era pai d'égua.
Essa renomeação em 1903 selou a união entre a politicagem daqui e a de lá. O nome ficou marcado na nossa geografia como lembrança de um projeto que era só o filé pra quem tinha dinheiro, mas que não dava muita bola pro povo daqui da terra.
O Bosque de Antigamente: Muita Pavulagem e Ferro Importado
Mana, tu não tem noção do que foi a reforma desse Bosque lá em 1903. Os caras queriam transformar o lugar numa verdadeira utopia, mas com aquele toque de quem quer se exibir, sabe? Era uma pavulagem só! Enfiaram ferro e cimento no meio da mata pra mostrar que a elite aqui era escovada e ligada no que vinha de fora.
O Chalé de Ferro: Coisa de “Gente de Fora”
O tal do Chalé de Ferro é o maior exemplo dessa bossalidade. É uma estrutura que veio toda desmontada da Europa — uns dizem que veio da Bélgica, outros da Inglaterra, mas o fato é que era coisa ispiciá. Era tipo uma arquitetura “nômade”, saca? Vinha no catálogo e os caras montavam aqui.
Com aquelas varandas cheias de frescura e colunas fininhas, o chalé servia de base pros chefões da época. Ter um prédio de metal no meio da umidade da nossa selva era pra dizer: “Olha o meu poder!”. Era pra deixar qualquer um encabulado.
Lagos e Grutas: Uma “Mizura” pra Elite Passear
E o Lago da Iara? Olha já, se tu pensa que aquilo nasceu ali, tu é leso é? Aquilo foi tudo cavado no braço, uma engenharia que deixou o lugar só o filé. O pessoal da alta sociedade ficava lá navegando de canoa, fazendo pose de quem tá lá no Hyde Park de Londres, mas no calor do Pará.
Eles ainda inventaram umas grutas de cimento e umas ruínas de mentira, tipo o Castelo. Como aqui em Belém não tinha prédio velho de mil anos pra eles ficarem matutando, eles resolveram fabricar a própria história. Era pura gaiatice romântica pra criar um clima de mistério.
| Estrutura | Estilo/Material | Função Original (1903) |
| Chalé de Ferro | Ferro Fundido (Ecletismo) | Administração / Residência |
| Quiosque Chinês | Orientalismo | Espaço de descanso / Contemplação |
| Lago da Iara | Paisagismo Artificial | Passeios de barco / Estética |
| Gruta Encantada | Pedra/Cimento (Faux-nature) | Exploração lúdica / Mistério |
| Ruínas do Castelo | Romântico | Evocação de antiguidade europeia |
As Árvores: Só os Tebudos da Floresta
Lá no Bosque, a flora é um pudê de tanta variedade! Tem mais de 2.500 árvores que são verdadeiros monumentos. É cada maceta de árvore que a gente fica até de boca mole olhando pro alto:
Maçaranduba: Essa aí é a dona do pedaço, uma gigante que já tava lá antes mesmo de Belém virar essa bandalheira de cidade.
Angelim: Madeira da boa, porruda mesmo, que segura o teto da floresta.
Castanheira: O símbolo da nossa terra, protegida por lei, tá lá só na pavulagem mostrando como a Amazônia é rica.
Seringueira: Aquela que trouxe o dinheiro da Belle Époque e ainda tá por lá, de bubuia no tempo.
E o melhor: quando o sol tá de rachar na Almirante Barroso, tu entra no Bosque e sente aquele frescor. O microclima lá é daora, funciona como um ventilador natural pro bairro do Marco.
Os Bichos: Entre a Cutia e a Visagem
A bicharada lá é um caso sério. Tem os que vivem soltos, perambulando pelas trilhas, e os que estão lá pra serem cuidados.
Cutias: Essas são enxeridas que só! Ficam ali pelo chão, mas ó: nem com nojo vai dar comida pra elas, viu? O povo insiste em dar besteira e as coitadas acabam ficando doentes.
Macacos-de-cheiro: Ficam no alto das árvores fazendo gaiatice. São ladinos, mas é bom ficar de mutuca porque eles podem morder ou passar doença se tu chegar muito perto.
Preguiças: Essas vivem na paz, momozadas lá no alto, sem querer saber de confusão.
Peixe-boi: Esse é o rei do Bosque! O parque faz um trabalho bacana de cuidar desses bichos que sofrem na mão de gente escrota. Tem projeto sério pra reabilitar os bichos e ensinar a curuminzada a respeitar a natureza.
Lá também é o refúgio pra tartaruga e jacaré que foram tirados de quem queria fazer malineza. É um santuário de verdade, selado!
O Imaginário Mítico: As Visagens e as Lendas do Bosque
Lá no Bosque, o caboco não encontra só árvore e bicho, não. Ocupa um lugar onde a biologia e a mitologia andam juntas, enrabichadas uma na outra. Aquela mata fechada no meio da cidade virou o lugar só o filé para as lendas da nossa terra ganharem vida. A administração do parque, que não é lesa nem nada, colocou umas estátuas que são o bicho para materializar essas histórias.
6.1. Mapinguari, Curupira e Iara: Os Donos da Matinha
Mapinguari: Tem uma estátua desse bicho lá que dá até um treco de tanto medo. Ele é aquele monstro de um olho só e boca na barriga que os antigos seringueiros diziam que tinha a pele dura na queda. No meio da cidade, ele serve pra lembrar que a natureza é invocada e não leva desaforo pra casa.
Curupira: Esse é o verdadeiro fiscal da floresta, com os pés virados pra trás pra deixar qualquer um ligado e confuso. Lá no Bosque, ele ensina os curumins e as cunhantãs a não malinarem com as árvores nem com os bichos, senão o pau te acha!.
Iara: A Mãe D'água fica lá no lago dela, toda pavulagem, conectando a gente com o mistério dos rios. É de deixar qualquer um pagando, admirado com tanta beleza.
Essas estátuas não são só enfeite de meia tigela, não. Elas fazem do passeio uma experiência daora, mantendo viva a nossa cultura mesmo pra quem vive no meio do asfalto. Quando tem evento e aparece a Matinta Perera pra contar história, aí é que o povo fica encabulado e feliz da vida.
Bacana, né? Tu quer que eu te conte mais sobre algum outro canto de Belém nesse linguajar chibata?.
Égua, o Bosque Rodrigues Alves é Pai d'Égua! De Promenade a Jardim Botânico
Ei, mano, tu já parou pra reparar na história daquele pedaço de mata maceta que a gente tem bem ali no Marco? O Bosque Rodrigues Alves não é qualquer biribute não, o bicho é porrudo e tem história que só a mizura!
Da Decadência ao Renascimento (1912–2002)
Antigamente, quando a economia da borracha levou o farelo lá por 1912, o Bosque entrou numa fase ralada, de altos e baixos. A prefeitura estava na roça, sem um real pra consertar as estruturas de ferro e os jardins que vinham lá de fora. Mas a mata, mana, é dura na queda! Onde o homem não endireitava as coisas, a floresta crescia com força, até o tucupi.
Lá pelos anos 60 e 70, o bairro do Marco começou a ficar cheio de prédio e a cambada da especulação imobiliária queria mariscar o terreno do Bosque. Só que o povo ficou de mutuca e, com os tombamentos em 1979 e 1982, conseguiram tapar o sol com a peneira dos destruidores e proteger a nossa selva urbana.
A Virada pra “Só o Filé”
A coisa ficou firme mesmo em julho de 2002. O Bosque deixou de ser apenas um lugar pra gente ficar perambulando ou fazendo bandalheira no final de semana e virou coisa de gente ladina. Recebeu a certificação de Jardim Botânico pelo CONAMA e virou referência em pesquisa científica e conservação. Hoje o nome oficial é Bosque Rodrigues Alves – Jardim Zoobotânico da Amazônia. É o creme, mano! Se tu ainda não foi lá ver as visagens da mata e os bichos, te orienta e vai logo, que o lugar é pai d'égua.
Olha já, mano! Tu lembra que o nosso Bosque Rodrigues Alves tava uma bandalheira só de tanto abandono? Pois é, o negócio tava tão ralado que em 2021 a prefeitura teve que capar o gato de todo mundo e interditar o espaço. O diagnóstico era invocado: as árvores tavam quase caindo na cabeça do povo, as grades todas ingilhadas e as estruturas históricas pareciam que iam levar o farelo a qualquer momento.
O Bosque ficou lá, de molho, por uns nove meses. Mas não foi pra ficar momozado não, viu?. A galera meteu a cara no trabalho: fizeram uma poda maceta nas árvores, indireitaram as calçadas, deram um trato no Lago da Iara e deixaram a iluminação só o filé. A reabertura em 2022 foi pai d'égua, comemorando os 139 anos desse pedaço de selva que a gente tanto ama.
A Vitrine da Amazônia na COP30
Agora, te mete nessa: com a vinda da COP30 pra Belém, o Bosque virou o fato novo da diplomacia mundial. Como ele é o lugar mais perto pra quem é de fora sentir o cheiro da floresta sem precisar ir pra baixa da égua, os líderes mundiais baixaram todos por lá.
A visita da Ursula von der Leyen, a “chefona” lá da Europa, em 2025, foi daora demais!. A mulher até segurou um quati — com todo cuidado pra não levar uma bicuda do bicho, claro — e ficou encantada com as araras. Ela disse que lá era um “escape verde”, e essa pavulagem toda não foi só pra sair bem na foto não. O interesse dela ajudou a trazer investimento pra deixar o Bosque selado, com segurança reforçada e tudo mais, provando que o nosso patrimônio é porrudo e tem valor pro planeta todo.
O Bosque Tá no Gargalo: Desafios e o que Vem por Aí
Mano, presta atenção que o papo agora é sério e não tem embaçamento. O nosso Bosque Rodrigues Alves, apesar de ser só o filé e conhecido no mundo todo, tá passando por uns perrengues que dão até passamento na gente. O bicho tá pegando porque ele ficou ilhado no meio da cidade, e isso traz uns problemas tébas pra resolver.
O Isolamento da Bicharada
A fauna de lá tá vivendo enrabichada num lugar só, sem conseguir sair pra encontrar outros parentes. Como não tem corredor ecológico, os bichos não têm contato com outras populações, e isso vira um nó cego na genética deles, que acabam cruzando só entre si.
Barulho e Sujeira que Não Acabam Mais
Cercado de avenida com trânsito discunforme, o Bosque sofre que só. É um barulho de buzina que deixa os bichos neurados e estressados. Sem falar na poeira e poluição que grudam nas folhas das árvores, deixando tudo com uma inhaca de material particulado.
Turista e Conservação: Um Equilíbrio Ralado
Olha só, o negócio tá ralado. Muita gente quer ir lá pro lazer, mas tem que ter cuidado pra não malinar a natureza. O solo fica compactado de tanto pisarem, e ainda tem gente lesa que deixa lixo pelo caminho. O manejo lá tem que ser ladino pra dar conta de educar o povo e manter o mato em pé.
O que Esperar do Futuro?
O Plano de Manejo tá tentando indireitar as coisas, fazendo rodízio de onde o povo pode andar. Com a COP30 chegando, a promessa é que o Bosque ganhe uma estrutura mais porruda pra aguentar o tranco. Mas fica ligado: a sobrevivência dele depende de cada caboco entender que o Bosque é um ecossistema frágil que tá sofrendo um cerco urbano. Não adianta querer tapar o sol com a peneira, se a gente não cuidar, o Bosque leva o farelo.
Anexos: Dados Estruturados
Tabela 1: Linha do Tempo Expandida do Bosque Rodrigues Alves
| Data/Período | Evento Histórico | Detalhes e Implicações |
| 22/09/1870 | Lei Provincial nº 624 | Assinada por Abel Graça. Reserva o terreno no Marco da Légua. Marco legal inicial do preservacionismo urbano em Belém. 3 |
| 25/08/1883 | Inauguração Oficial | Abertura como “Bosque do Marco da Légua”. Coincide com a expansão da E.F. Bragança. 1 |
| 1899-1903 | Reformas de Antônio Lemos | Transformação paisagística radical: lagos, chalés de ferro, ajardinamento romântico. O “afrancesamento” da mata. 15 |
| Set/1903 | Renomeação | Decreto altera nome para “Bosque Rodrigues Alves” em homenagem ao presidente da República. 6 |
| 1979/1982 | Tombamento | Proteção legal nas esferas estadual e municipal contra a especulação imobiliária. 15 |
| Jul/2002 | Certificação Botânica | Reconhecimento pelo CONAMA como “Jardim Zoobotânico da Amazônia”. Foco científico. 5 |
| Nov/2021 | Interdição | Fechamento por risco de acidentes e deterioração. Início de grande reforma estrutural. 31 |
| 25/08/2022 | Reabertura (139 anos) | Entrega das obras de revitalização e novo manejo de fauna/flora. 32 |
| Nov/2025 | Visita Ursula von der Leyen | Contexto da COP30. O parque como palco da diplomacia ambiental global. 11 |
Tabela 2: Espécies-Chave e Status de Conservação no Bosque
| Nome Comum | Nome Científico | Status / Observação Ecológica |
| Peixe-boi | Trichechus inunguis | Vulnerável. Espécie bandeira do parque. Programa de reabilitação e educação ambiental. 9 |
| Castanheira | Bertholletia excelsa | Vulnerável. Árvore emergente, símbolo econômico e ecológico da região. Protegida por lei. |
| Maçaranduba | Manilkara huberi | Madeira nobre. Exemplares centenários no parque indicam a antiguidade da mata. |
| Cutia | Dasyprocta sp. | Abundante (vida livre). Importante dispersor de sementes, mas sofre com alimentação humana indevida. |
| Arara-azul | Anodorhynchus hyacinthinus | Vulnerável. Presente em cativeiro/reabilitação. Símbolo da biodiversidade ameaçada.
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Referências citadas
- Bosque Rodrigues Alves celebra 136 anos neste domingo (25) | Belém – O Liberal, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.oliberal.com/belem/bosque-rodrigues-alves-celebra-136-anos-neste-domingo-25-1.186094
- Bosque Rodrigues Alves atravessa gerações em Belém – Diário do Pará, acessado em fevereiro 3, 2026, https://diariodopara.com.br/belem/bosque-rodrigues-alves-atravessa-geracoes-em-belem/
- A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE ÁREAS VERDES EM CIDADES: O CASO BOSQUE RODRIGUES ALVES – JARDIM BOTÂNICO DA AMAZÔNIA, acessado em fevereiro 3, 2026, http://periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/download/3243/3123
- President von der Leyen participates in the opening of the COP30 – European Commission, acessado em fevereiro 3, 2026, https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ac_25_2645
- BOSQUE RODRIGUES ALVES – JARDIM ZOOBOTÂNICO DA AMAZÔNIA (BRAJZBA). DECISION MAKING IN – UNAMA, acessado em fevereiro 3, 2026, https://revistas.unama.br/index.php/aos/article/view/436/pdf
- Legislação Informatizada – Decreto nº 4.969, de 18 de Setembro de 1903 – Publicação Original – Câmara dos Deputados, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-4969-18-setembro-1903-527464-publicacaooriginal-107814-pe.html
- Chalé de ferro do Bosque Rodrigues Alves – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em fevereiro 3, 2026, https://pt.wikipedia.org/wiki/Chal%C3%A9_de_ferro_do_Bosque_Rodrigues_Alves
- O Chalé do Bosque (Belém) | Patrimônio belga no Brasil, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.memoriasbelgas.com.br/pt-br/heritage/o-chal%C3%A9-do-bosque-bel%C3%A9m
- Peixe-boi da Amazônia – AMPA, acessado em fevereiro 3, 2026, https://ampa.org.br/especies/peixe-boi-da-amazonia/
- Bosque Rodrigues Alves recebe filhote de peixe-boi resgatado no Marajó – Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Belém, acessado em fevereiro 3, 2026, https://semma.belem.pa.gov.br/bosque-rodrigues-alves-recebe-filhote-de-peixe-boi-resgatado-no-marajo/
- Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, visita Bosque Rodrigues Alves, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.oliberal.com/cop-30/ursula-von-der-leyen-presidente-da-comissao-europeia-visita-bosque-rodrigues-alves-1.1047574
- Em Belém para COP, Ursula von der Leyen segura quati e papagaio; VÍDEO | G1 – Globo, acessado em fevereiro 3, 2026, https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2025/11/09/em-belem-para-cop-ursula-von-der-leyen-segura-quati-e-papagaio-video.ghtml
- A PAISAGEM AMAZÔNICA NO PAISAGISMO DE BELÉM – Caso Parque Naturalístico Mangal das Garças – RI UFPE, acessado em fevereiro 3, 2026, https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/3253/1/arquivo2494_1.pdf
- Bosque Rodrigues Alves – Wikipédia, a enciclopédia livre, acessado em fevereiro 3, 2026, https://pt.wikipedia.org/wiki/Bosque_Rodrigues_Alves
- Paisagens do Bosque Rodrigues Alves, Belém (PA … – Dialnet, acessado em fevereiro 3, 2026, https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/4938335.pdf
- Redalyc.Paisagens do Bosque Rodrigues Alves, Belém (PA): considerações sobre a conservação do patrimônio urbano no context, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.redalyc.org/pdf/1933/193332875012.pdf
- Bosque Municipal: um espaço verde inscrito na história da construção de Belém, acessado em fevereiro 3, 2026, https://belem.com.br/noticia/5598/bosque-municipal-um-espaco-verde-inscrito-na-historia-da-construcao-de-belem
- (PDF) “Vamos passear no bosque”: avaliação de visitas monitoradas ao Bosque Rodrigues Alves, Belém (PA)“Let's go for a walk in the woods”: evaluation of guided visits to the Bosque Rodrigues Alves, Belém (PA, Brazil) – ResearchGate, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.researchgate.net/publication/385483289_Vamos_passear_no_bosque_avaliacao_de_visitas_monitoradas_ao_Bosque_Rodrigues_Alves_Belem_PALet's_go_for_a_walk_in_the_woods_evaluation_of_guided_visits_to_the_Bosque_Rodrigues_Alves_Belem_PA_Brazil
- Bosque Rodrigues Alves Jardim Zoobotânico da Amazônia: uma análise da percepção do turismo, pós isolamento – SciSpace, acessado em fevereiro 3, 2026, https://scispace.com/pdf/bosque-rodrigues-alves-jardim-zoobotanico-da-amazonia-uma-vdagdwtk.pdf
- A FLORESTA ESQUECIDA em Belém do Pará: Bosque Rodrigues Alves | Aventuras pai e filho | S8.Ep10 – YouTube, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=axbImWsBb8g
- Bosque Rodrigues Alves ou Jardim Botânico da Amazônia – Jurema Josefa, acessado em fevereiro 3, 2026, https://juremajosefa.com.br/blog/2014/07/01/belem-bosque-rodrigues-alves-jardim-botanico-amazonia/
- Bosque Rodrigues Alves é um refúgio verde em Belém do Pará – Viagem e Turismo, acessado em fevereiro 3, 2026, https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/bosque-rodrigues-alves-refugio-ainda-mais-verde-capital-do-para/
- Programa para conservação do peixe-boi-marinho é lançado em campanha nas redes sociais, acessado em fevereiro 3, 2026, https://fundacaogrupoboticario.org.br/programa-para-conservacao-do-peixe-boi-marinho-e-lancado-em-campanha-nas-redes-sociais/
- Belém Tem: o Jardim Botânico da Amazônia | Intranet TRT-8, acessado em fevereiro 3, 2026, https://intranet.trt8.jus.br/index.php/noticia/belem-tem-o-jardim-botanico-da-amazonia
- O Mapinguari do Bosque Rodrigues Alves, em Belém – YouTube, acessado em fevereiro 3, 2026, https://m.youtube.com/shorts/_4pBxaZk_Ns
- A Lenda do Mapinguari, a besta da Amazônia! – YouTube, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=i5-nyzZ4Aas
- Encantos da Amazônia – Bosque Rodrigues Alves – YouTube, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.youtube.com/watch?v=QT3mE2EXQuk
- Monumento do BRA-JZA que representa a lenda da Iara (Protetora das Águas). Figure 2, acessado em fevereiro 3, 2026, https://www.researchgate.net/figure/Figura-2-Monumento-do-BRA-JZA-que-representa-a-lenda-da-Iara-Protetora-das-Aguas_fig2_385483289
- Dia do Folclore é celebrado no Bosque Rodrigues Alves com programação especial – Agência Belém, acessado em fevereiro 3, 2026, https://agenciabelem.com.br/Noticia/203146/Dia-do-Folclore-e-celebrado-no-Bosque-Rodrigues-Alves-com-programacao-especial
- Bosque Rodrigues Alves comemora 138 anos com a entrega de novos espaços – Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Belém, acessado em fevereiro 3, 2026, https://semma.belem.pa.gov.br/bosque-rodrigues-alves-comemora-138-anos-com-a-entrega-de-novos-espacos/
- Bosque Rodrigues Alves completa 139 anos nesta quinta-feira, 25, e reabre as portas ao público – Agência Belém, acessado em fevereiro 3, 2026, https://agenciabelem.com.br/Noticia/227355/bosque-rodrigues-alves-completa-139-anos-nesta-quinta-feira-25-e-reabre-as-portas-ao-publico
- Bosque Rodrigues Alves reabre para comemoração de 139 anos em Belém | Pará | G1, acessado em fevereiro 3, 2026, https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2022/08/25/bosque-rodrigues-alves-reabre-para-comemoracao-de-139-anos-em-belem.ghtml



