Fala, mano! Se tu queres saber de coisa boa, te prepara que hoje o veropeso.shop traz a história de uma relíquia que é só o filé. Sabe aquela música que quando toca no rádio tu fica logo ligado e já quer sair dançando de bubulhaa? Pois é, estamos falando de “Adia”, do Oliver Ngoma, uma joia do Zouk africano que é pai d'égua demais!
Confere aí esse lero lero sobre esse clássico:
Oliver Ngoma e a Relíquia “Adia”: É Chibata, Mano!
Olha, se tu não conhece “Adia”, tu deve tá leso ou vive perambulando por aí sem ouvir rádio. Lançada lá no início dos anos 90, essa música é um estorde de tão boa: mistura uma letra que dá uma pontinha de saudade com um ritmo que não deixa ninguém parado. É o tipo de som que a galera pira!
1. O Som que é o Bicho
A música é o puro estilo Afro-Zouk. Os caras pegaram o ritmo lá das Antilhas e misturaram com o jeito de fazer música do Gabão.
A Batida: Tem um baixo ali que faz um “groove” maceta, bem constante, que te deixa hipnotizado.
Os Arranjos: É cheio de trompete e teclado brilhante. A produção é do Manu Lima, o cara que é muito cabeça na música e deixou tudo com uma cara sofisticada, muito firme mesmo!
2. A Voz do Homem
O Oliver Ngoma não precisa de pavulagem nem de gritaria. Ele canta com uma voz suave, quase um veludo, que passa uma sinceridade que chega a dar um aperto no peito de tanta nostalgia. O caboco era tu manja na voz!
3. De quem ele tá falando?
“Adia” é o nome da cunhantã que ele tá chamando. A letra, cantada na língua Lumbu, é um apelo emocional doido.
O Tema: É puro amor e saudade, mano. O narrador tá ali sofrendo porque a Adia foi embora e ele fica pedindo pra ela voltar.
O Sentimento: É uma “tristeza doce”. A batida te chama pra dançar, mas o coração tá ali, meio encabulado de saudade.
4. Sucesso em Todo Canto
Esse som virou um hino não só na África, mas em todo lugar que fala português, como Angola e Cabo Verde. Até hoje, se tiver um casamento ou uma festa de bumbarqueira, “Adia” tem que tocar, se não a festa fica panema.
Já era, mano! “Adia” é atemporal. É aquela música que une todo mundo na pista, mesmo que tu não entenda nada do que ele tá falando, a melodia te pega e tu vai de vixe a eita de tanta emoção.


