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Relatório Analítico de Complexidade Socioeconômica e Matriz Produtiva Agrícola do Município de Tomé-Açu

Tomé-Açu: É muita pavulagem pra pouco desenvolvimento, mano!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Hoje o papo é de rocha e não tem migué não. Sabe aquele município ali no Nordeste Paraense, o tal de Tomé-Açu? Pois é, o bicho é o bicho na agricultura! É conhecido até no estrangeiro por causa dos japoneses e daqueles Sistemas Agroflorestais (SAFs) que são só o filé. O lugar é um pudê de pimenta-do-reino, cacau do bom e açaí que não é chimoa, é do grosso! No papel, o PIB de lá é maceta, batendo os R$ 1,7 bilhão. É égua de um dinheiro, né não?

Mas espia só a potoca: a gente olha esses números e pensa que o povo de lá tá vivendo de bubulhaa, mas a realidade é ralada. É o que os entendidos chamam de “crescimento sem desenvolvimento”. Ou seja: a riqueza tá lá, mas o caboco mesmo continua brocado.

Onde é que tá o nó cego dessa história?

A gente fica matutando e vê que a coisa tá invocada. A grana das exportações sai de lá num sacrabala, mas não volta pro bolso do parente que tá no campo. É um estorde ver tanto dinheiro circulando e o IDH do município continuar meia tigela.

  • Infraestrutura no prego: A logística e a energia lá são uma malineza, tudo deficitário.

  • Trabalho na roça: A maioria da galera ganha pouco, ficando naquela situação de sofrer mais que cachorro de feira.

  • Riqueza que escapa: O dinheiro é gerado, mas parece que levou o farelo, porque não é reinvestido pra melhorar a vida da comunidade.

É muita riqueza pra pouco progresso, pai d'égua!

Não adianta o município ser porrudo na produção se o povo continua na roça, sem grana e sem serviço de qualidade. Estão tentando tapar o sol com a peneira com esses números altos do PIB, enquanto a pobreza continua lá, firme e forte, dura na queda.

O relatório técnico diz que é preciso entender por que essa riqueza não fica lá dentro. Se não indireitar essa situação, o caboco vai continuar trabalhando na bicuda pra ver o lucro ir embora de rabeta pros outros cantos. Te orienta, Tomé-Açu! Tá na hora de essa riqueza ser pai d'égua pra todo mundo, e não só pra quem é escovado no mercado.

A História de Tomé-Açu: Do “Diamante Negro” até a Chibata dos SAFs

Olha só, minha galera do veropeso.shop, pra entender como Tomé-Açu virou esse pudê na agricultura, a gente tem que matutar sobre o passado, que é bem diferente daquele extrativismo de meia tigela que se vê por aí. O negócio lá é invocado desde 1929, quando os primeiros parentes japoneses chegaram e trouxeram uma inteligência de plantio que é só o filé.

O Começo de Tudo e a CAMTA

Essa turma não veio pra brincadeira e fundou a CAMTA, uma cooperativa que já tem mais de 90 anos de história e manda ver no desenvolvimento da região. No início, eles eram carrancudos na monocultura, plantando hortaliças e depois a famosa pimenta-do-reino.

  • O Diamante Negro: A pimenta era o “bicho”, valia tanto dinheiro depois da guerra que chamavam de diamante negro.

  • Muita Pavulagem: Naquela época, a região viveu surtos de riqueza que era uma discunforme de grande.

Deu o Bug na Monocultura

Mas nem tudo foi de bubulhaa. Plantar uma coisa só no meio da Amazônia acabou sendo uma malineza pra terra.

  • A Praga: Apareceram uns fungos que causavam podridão nas raízes e dizimaram as plantações.

  • Levou o Farelo: Muita gente faliu, e a economia de lá ficou na roça, mostrando que depender de um produto só é a maior leseira

O Renascimento com os SAFs

Foi nesse momento que o povo de lá, em vez de pegar o beco, resolveu metar a cara e inovar. Sob o comando da CAMTA, eles começaram a testar as consorciações de espécies, criando os famosos Sistemas Agroflorestais (SAFs).

  • É o Bicho: Hoje, esse modelo de plantar várias coisas juntas é estudado no mundo todo e é o que sustenta a economia do município.

  • Tu Manja?: O que nasceu de uma necessidade de sobrevivência virou uma tecnologia pai d'égua que o mundo todo respeita.

A Matriz Produtiva de Tomé-Açu: É muita correria pra pouca certeza, mano!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! O ecossistema de produção lá em Tomé-Açu é sustentado por três pilares que são o bicho: a pimenta-do-reino (pipericultura), o cacau de alto padrão e a fruticultura, com destaque pro açaí e o dendê. Mas não pensa que é tudo só o filé , porque cada cadeia dessa tem uns gargalos que deixam o desenvolvimento meia tigela.


A Pimenta-do-Reino: Liderança, Dívida e o Tal do “Ciclo do Porco”

A pimenta é a espinha dorsal de lá e faz o Pará ser o segundo maior produtor do Brasil. Mas espia só : esse volume todo esconde uma instabilidade que deixa o pequeno produtor invocado.

O “Ciclo do Porco” e o Aperto Financeiro

Sabe quando a fofoca tá boa e todo mundo quer saber? Pois é, com a pimenta é assim: quando o preço sobe lá fora, todo mundo mete a cara e começa a plantar que nem doido, muitas vezes pegando dinheiro emprestado e ficando enrabichada com dívida.

  • O Descompasso: O problema é que a pimenteira demora a crescer. Quando chega a hora de colher, tá todo mundo vendendo ao mesmo tempo, competindo até com o Vietnã.

  • O Preço Cai: Aí o mercado satura e o preço vai lá pra baixa da égua.

  • Resultado: O produtor que entrou na onda por último não ganha nem pra pagar o biribute, fica na roça (sem grana) e não consegue quitar as dívidas.

  • Riqueza Fugaz: A grana aparece num ano e no outro escafedeu-se. Isso impede o caboco de juntar uma poupança ou melhorar a casa.

Pragas e Dificuldade Técnica

Além do prejuízo financeiro, a pimenta sofre com umas doenças que são uma malineza. O manejo é caro e precisa de muito veneno e cuidado.

  • Esforço de Gente Grande: Tem uma turma boa como a Sedap, Adepará, Emater, Embrapa e a CAMTA tentando ajudar com um Grupo Técnico (GT) pra ensinar boas práticas.

  • O Gargalo: Mas a tecnologia não chega em todo mundo porque falta assistência técnica pra todo o interior e a escolaridade de muitos produtores ainda é malamá.

Resumo da Ópera

A pimenta gera um pudê de dinheiro, mas o sistema atual é muito ralado. O produtor vive perambulando entre o lucro e o prejuízo, e no final das contas, quem ganha mesmo é quem já é escovado no mercado.

Cacau de Tomé-Açu: É “Só o Filé” no Japão, mas a realidade aqui é “Ralada”, mano!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se tem uma coisa que é motivo de pavulagem pra nós é o cacau de Tomé-Açu. O bicho é tão chibata que fez o Pará passar a Bahia e virar o líder absoluto na produção nacional em 2023. Em 2021, o município colheu quase 3 mil toneladas de amêndoas, movimentando uns R$ 33 milhões. Mas o que deixa a gente invocado mesmo não é só o monte de cacau, mas a qualidade dele que é o bicho!


O Selo de “Pai d'Égua”: A Indicação Geográfica (IG)

O cacau de lá foi o primeiro do Pará a ganhar o selo de Indicação Geográfica (IG). Isso quer dizer que o produto é ispiciá, com um sabor e um jeito de fazer que só tem ali por causa da terra e da mão do nosso caboco.

  • Contra a Potoca: Esse selo protege o nosso cacau contra a pirataria e a concorrência de amêndoa de meia tigela de outros lugares.

  • Te Mete com os Japoneses: Nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021, os japoneses venderam chocolate feito com o nosso cacau em tudo que era loja.

  • Sustentabilidade: As embalagens diziam que comer aquele chocolate ajudava a preservar o mundo, já que o cacau vem dos SAFs que recuperam a floresta.


O Nó Cego: Nem tudo é “Só o Creme” pro Pequeno Produtor

Aí tu me perguntas: “Mano, se é tão bom, o povo tá rico?”. É aí que a fofoca fica diacho. Pra vender cacau com esse selo de luxo, o produtor tem que seguir umas regras carrancudas de fermentação e secagem.

  • Barreira Maceta: Essas exigências funcionam como uma parede pro pequeno agricultor que tá na roça e não tem dinheiro pra investir.

  • Sem Infraestrutura: Se o parente não tem cocho de fermentação bom ou estufa controlada, ele é jogado pra fora do mercado premium.

  • Vetor de Desigualdade: Sem crédito e sem assistência técnica de verdade, a IG acaba ajudando só quem já é escovado (os grandes), enquanto o pequeno continua vendendo seu cacau a preço de banana no mercado comum.

Missão:É preciso “Indireitar” esse Caminho!

A gente vê o cacau de Tomé-Açu brilhando lá na caixa prego , mas aqui dentro a coisa tá ralada pro pequeno. Se não houver uma ajuda de rocha do governo, a riqueza vai continuar sendo só pra uma elite, e o resto da cambada vai ficar só olhando o sucesso passar de rabeta.

Açaí e Dendê: O Motor de Tomé-Açu que é “Só o Creme”, mas ainda falta “Indireitar” o Lucro!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se tu pensas que Tomé-Açu é só pimenta e cacau, te orienta porque o buraco é mais embaixo. O município é uma potência no açaí e no dendê, que são as artérias que fazem o coração da economia bater forte. O Pará é o dono da porra toda, produzindo quase 94% do açaí do Brasil e mais de 98% do dendê. É um pudê de dinheiro, mano!


O Dendê: Onde o Parente Garante o “Jabá”

Em Tomé-Açu, o dendê é quem segura a onda do emprego formal.

  • Produção Maceta: O município colhe 4,8 mil toneladas de fruto, o que dá mais de 11% de tudo o que o Pará produz.

  • Muita Gente Peitada: O cultivo da palma emprega direto uns 1.170 trabalhadores.

  • Engrenagem da Indústria: Na fábrica de óleos brutos, tem mais 1.454 pessoas trabalhando firme. É, junto com a prefeitura, o que faz a economia não dar prego.


Açaí e Frutas: Tecnologia que é “Só o Filé”

O negócio do açaí e das polpas (cupuaçu, maracujá, acerola) lá é chibata por causa da verticalização.

  • CAMTA não é Enxerida: A cooperativa não é só atravessadora, não; eles montaram um parque industrial de excelência.

  • Verticalização de Rocha: Eles fazem o despolpamento, pasteurizam e congelam tudo com um padrão que ganha o mundo.

  • Exportação Pai d'Égua: Com essa tecnologia, a polpa sai daqui segura e padronizada pra brilhar nos Estados Unidos, Europa e Ásia.

Referência pra “Gente de Fora”

Tomé-Açu virou um polo de inovação tão daora que até o pessoal do Amapá veio aqui espiar.

  • Missão Técnica: Em 2024, uma ruma de empreendedores amapaenses veio visitar a CAMTA pra entender como é que se faz esse processamento de alto nível.

  • Tu Manja?: Eles vieram ver de perto a eficiência das máquinas e como transformar o caroço do açaí em produto de valor.


O Nó Cego: A Riqueza que “Escapa de Rabeta”

Mas nem tudo é só o creme, mano.

  • Indústria de Meia Tigela: Apesar de sermos feras em congelar a polpa, o município quase não tem fábrica de cosmético fino, remédio ou suplemento de ponta.

  • Lucro na Caixa Prego: A gente faz o trabalho pesado, mas quem ganha o “grosso” do dinheiro com os produtos caros é o pessoal do Centro-Sul ou do exterior.

  • Falta o Sal: A gente exporta a matéria-prima e o lucro final escafedeu-se daqui.

É mermo é? Tomé-Açu tem tudo pra ser o bicho, mas precisa parar de mandar a riqueza embora e começar a fabricar as coisas de luxo aqui mesmo!

SAFTA: A Engenharia do Caboco que é “o Bicho” na Floresta!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se tem uma coisa que o povo de Tomé-Açu manja e muito é de como plantar sem malinar a floresta. O tal do Sistema Agroflorestal de Tomé-Açu (SAFTA) não é só uma técnica de plantio de meia tigela, não; é uma biotecnologia de rocha, inventada pelos colonos lá pelos anos 70 pra fazer a economia girar no ritmo da mata.

Como funciona essa “Mandinga” Tecnológica?

O segredo do SAFTA é não ser carrancudo com a terra. Em vez de plantar uma coisa só, o caboco planta tudo misturado, imitando o jeito que a floresta nativa cresce.

  • Ciclo Curto (Dinheiro na Mão): No começo, planta-se hortaliças e a pimenta-do-reino pra garantir o jabá rápido.

  • Ciclo Médio (O Meio de Campo): Depois vem o maracujá, a acerola e o cacau.

  • Ciclo Longo (A Poupança): No topo, ficam os gigantes como açaí, castanheira e madeira de lei.

Por que esse sistema é “Pai d'Égua”?

A lógica aqui é só o filé! O SAFTA aproveita o sol em todos os níveis e mantém o solo sempre coberto, o que é uma chibata pra evitar a erosão quando cai aquele pé d'água.

  • Escudo contra Pragas: A mistura de plantas funciona como um feitiço de proteção, diminuindo as doenças que acabavam com a monocultura.

  • Fixa o Parente na Terra: Como a terra continua produzindo sempre, o agricultor não precisa pegar o beco e desmatar outra área; ele fica ali, cuidando do seu pedaço.

  • Fluxo de Caixa Selado: As plantas rápidas pagam as contas de hoje (poda, adubação) enquanto o caboco espera as árvores grandes darem lucro daqui a uns anos.

O Nó Cego: Nem todo mundo “Manja” da Complexidade

Apesar de ser daora, o SAFTA exige que o produtor seja muito ladino. Não é qualquer leso que consegue gerenciar esse bocado de calendário de colheita diferente ao mesmo tempo.

  • Manejo Invocado: É preciso saber o espaçamento certo e qual planta combina com qual, o que é difícil pro pequeno produtor que tá sem assistência técnica.

  • Estresse Gerencial: Gerenciar muitas colheitas ao mesmo tempo dá um passamento na cabeça do agricultor.

  • Abandono no Caminho: Por causa dessa dificuldade e da burocracia do CAR (Cadastro Ambiental Rural), muito parente acab

PIB vs. Vida do Povo: É Muita Grana pra Pouca Melhoria, Mano!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se a gente olhar só pras plantações e pro sucesso lá fora, parece que Tomé-Açu é só o filé. Mas quando a gente espia o dia a dia do nosso parente, a fofoca fica diacho. É uma contradição de deixar qualquer um encabulado.


O PIB é “Maceta”, mas a Realidade é “Ralada”

O Produto Interno Bruto (PIB) de Tomé-Açu, que é o cálculo de toda a riqueza produzida lá, é porrudo : chega a R$ 1,7 bilhão. Mas não te engana com essa pavulagem.

  • PIB Imponente: O valor absoluto é alto por causa do cacau, da pimenta e do dendê que vão pro estrangeiro.

  • Gente que Só: O município tem mais ou menos 73,1 mil pessoas, sendo o 6º mais populoso da região de Belém.

  • PIB per capita: Quando divide esse dinheirão todo pelo número de moradores, dá uns R$ 25.800,00 por ano pra cada um.

O Nó Cego da Riqueza

Aí tu me perguntas: “Mano, por que o povo não tá vivendo de bubulhaa?”. É que essa métrica de “riqueza média” esconde um rebaixamento crônico. Comparado com outros cantos do Pará, o bem-estar social de Tomé-Açu tá meia tigela.

  • Riqueza Concentrada: O dinheiro grosso das exportações muitas vezes não fica no bolso do caboco que tá lá no sol.

  • Dependência Estatal: A economia ainda depende muito da prefeitura e do governo pra girar.

  • Assimetria Invocada: Enquanto os números do PIB mostram uma vanguarda, o povo ainda enfrenta precarização e falta de serviços básicos.

Em resumo, o PIB de Tomé-Açu é o bicho no papel, mas na vida real o desenvolvimento tá mais devagar que cágado em ladeira. Se a gente não indireitar isso, a riqueza vai continuar sendo só pra quem é escovado , e o pequeno produtor vai continuar na roça

Indicador MacroeconômicoValor (Em Reais/R$)Comparativo e Observações Estruturais
PIB Nominal de Tomé-AçuR$ 1,7 bilhãoReflexo da forte atividade agroexportadora.1
PIB per capita (Tomé-Açu)R$ 25.800,00Indicador base da riqueza por habitante no município.1
PIB per capita (Média Pará)R$ 31.300,00O cidadão médio de Tomé-Açu é R$ 5.500 mais pobre que a média estadual.1
PIB per capita (Peq. Reg. Belém)R$ 30.900,00Riqueza substancialmente inferior à dos seus pares regionais diretos.1
PIB per capita (Gr. Reg. Belém)R$ 28.500,00Posicionamento deficitário mesmo em relação à região metropolitana expandida.1

 

O Nó Cego da Grana: Por que o Dinheiro não “Abicora” em Tomé-Açu?

Olha já, minha galera do veropeso.shop! A gente fica aqui matutando: se o município produz tanto, por que a economia parece que tá sempre dando prego? O segredo desse mistério tá no tal do Valor Adicionado Bruto (VAB), que mostra onde a riqueza realmente nasce. E o diagnóstico é invocado: o setor privado de Tomé-Açu tá numa letargia que é uma malineza.

A Divisão do Bolo (ou da Farinhada)

Se a gente fosse dividir a riqueza de Tomé-Açu como se fosse um paneiro de farinha, a conta ia ser essa aqui:

  • Administração Pública (35,9%): É a maior fatia, mano! O município depende demais da prefeitura e do governo pra girar o dinheiro.

  • Serviços (28,4%): É o comércio básico e os serviços do dia a dia.

  • Agropecuária (24%): Mesmo com todo o barulho do cacau e da pimenta, ela não é a dona do bolo na hora de formar a riqueza local.

  • Indústria (11,7%): É a parte mais meia tigela, o que prova que a gente quase não fabrica nada de valor por aqui.

O Grande “Vazamento” de Capital

Essa dependência do governo é o sinal claro de que a economia tá estagnada. Acontece um fenômeno que é uma verdadeira panemisse: o capital “vaza”. Os lucros bilionários das safras de cacau, pimenta e açaí não ficam aqui pra virar indústria ou comércio porrudo. Essa riqueza pega o beco pra outros polos financeiros do Brasil.

Aí, o território fica dependendo de forma “parasitária” de repasses como o FPM, do salário dos funcionários públicos e de licitações pra conseguir fazer o dinheiro circular no comércio. É como se a gente produzisse o filé pros outros e ficasse só com a quirera pra sobreviver.

É mermo é? Tomé-Açu é uma máquina de gerar riqueza, mas o lucro vai embora de rabeta e a gente fica aqui, de mutuca, esperando o dinheiro público cair na conta.

O Emprego em Tomé-Açu: Tá “Ralado” e o Salário é uma “Mizura”, Mano!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se a gente já tava matutando sobre o dinheiro que foge de rabeta, a situação do trabalho então é de deixar qualquer um impinimado. A economia privada de Tomé-Açu não tá conseguindo segurar o parente no serviço, e o resultado é uma desvalorização que é uma verdadeira malineza.

O Saldo tá “Levando o Farelo”

Tu pensas que por ser um polo exportador o emprego tá só o filé? Pois espia só a realidade:

  • No ano de 2025, o município registrou 5,4 mil admissões com carteira assinada.

 

  • Mas, no mesmo tempo, teve 5,8 mil demissões formais.

  • Isso quer dizer que o saldo foi negativo, com 382 postos de trabalho que escafederam-se de vez naquele ano.

  • Esse esvaziamento do emprego mostra que a tal “pujança” da economia local tá mais pra potoca do que pra realidade.

Salário de “Meia Tigela” e Renda “Na Roça”

Se conseguir o emprego já tá difícil, a remuneração então é um diacho. A força de trabalho em Tomé-Açu ganha um salário que mal dá pra comprar o chibé da família.

  • O capital humano lá é desvalorizado de forma sistemática.

  • O perfil de renda da galera é muito mais baixo do que a média de quem mora em outros cantos do Estado do Pará.

  • É aquela história: o caboco trabalha que só o cão chupando manga, mas no final do mês continua liso.

É mermo é? Como é que pode um lugar que exporta tanto cacau e pimenta deixar o trabalhador nessa situação de sofrer mais que cachorro de feira?

 

Perfil de Remuneração e RendaTomé-Açu (PA)Comparativo (Média Estadual Pará)Dinâmica Social Observada
Remuneração Média FormalR$ 1.900,00R$ 3.200,00Defasagem salarial profunda; remuneração local corresponde a menos de 60% da média do estado.1
Participação Classes E e D64,5% da rendaMédia EstadualConcentração de trabalhadores nas faixas de menor renda é 23,2 pontos percentuais maior que a do estado.1
Participação Classes Altas8,7% da rendaMédia EstadualAusência de uma elite empresarial expressiva; participação é 15,9 pontos percentuais inferior à média do estado.1

Pobreza de Tomé-Açu: Todo mundo “Liso” do Mesmo Jeito!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se a gente for olhar os documentos oficiais da Fapespa e do Datasus, tem um negócio que deixa qualquer um ligado. Eles dizem que a desigualdade em Tomé-Açu é baixa, mas não vai pensando que o povo tá vivendo de bubulhaa. O que acontece lá é uma “pobreza equalizada”.

O Achatamento da Pirâmide

A desigualdade parece pequena porque tá quase todo mundo brocado do mesmo jeito.

  • Massa Salarial Comprimida: Impressionantes 64,5% de quem ganha dinheiro no município estão nas classes E e D.

  • Sem Elite: Não tem variação de renda porque a classe empresarial de alto poder aquisitivo quase escafedeu-se do mapa.

  • Pobreza Geral: É como se a régua tivesse baixado pra todo mundo; a desigualdade é baixa porque quase ninguém é bacana ou rico de verdade.

A “Razão de Dependência”: O Peso nas Costas do Parente

Pra piorar a bandalheira, a estrutura da população é um desafio maceta.

  • Muita Criança e Adolescente: A base da pirâmide é larga, com 28,8% de crianças e 18,4% de adolescentes.

  • Vovôs e Vovós: O índice de envelhecimento já bate os 20,5%.

  • Razão de Dependência de 53%: Na prática, isso significa que a cada dez adultos trabalhando, tem mais de cinco dependentes (crianças ou idosos) nas costas deles.

O Nó Cego da Família

Com os salários sendo uma mizura e as vagas de emprego sumindo, o tecido familiar fica neurado. É um peso muito grande pra pouca grana, e o caboco acaba tendo que dar seus pulos pra não deixar ninguém passando fome. É uma situação ralada que tensiona todo o município.

É mermo é? A gente vê que não adianta a estatística dizer que tá “igual”, se a igualdade for todo mundo na pindaíba. Tu queres que eu te mostre como essa falta de grana afeta a saúde do povo ou prefere que eu resuma o que precisa ser feito pra “indireitar” essa situação?

IDH de Tomé-Açu: Tá no “Malamá” e não Sai do Canto, Mano!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se a gente já tava invocado com a falta de grana no bolso do povo, agora a fofoca ficou foi triste. Todo aquele dinheiro que a pimenta trouxe nas décadas passadas parece que escafedeu-se sem deixar nada de bom pra base populacional. É o que os entendidos chamam de estagnação: a riqueza passa de rabeta, mas a qualidade de vida do parente continua ralada.


A Escada que não Sobe: O Histórico do IDHM

O tal do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Tomé-Açu é uma vergonha que deixa qualquer um encabulado:

  • Anos 90: O município tinha um IDHM de 0,347 em 1991, o que é considerado muito baixo.

  • Anos 2000: Subiu só um tiquinho, chegando a 0,438.

  • Hoje em dia: A pontuação tá batendo em 0,586.

Pela régua da ONU, qualquer coisa abaixo de 0,600 é desenvolvimento humano baixo. Ou seja, Tomé-Açu tá na lanterna, ocupando a 69ª posição entre os municípios do Pará. A cidade vive abaixo da média do próprio estado, com saúde, educação e poder de compra tudo meia tigela.


O Fracasso do “Desenvolvimento de Fachada”

Sabe o que isso prova, mana e mano? Que não adianta vir uma ruma de capital de fora se a comunidade local não se fortalece.

  • Teoria vs. Realidade: Economistas dizem que o progresso de verdade tem que virar hospital, escola e comida na mesa pra todo mundo.

  • A Falácia: Em Tomé-Açu, essa promessa foi só potoca. O modelo de desenvolvimento não funcionou de dentro pra fora, e o povo continua na roça, vendo a riqueza ser exportada enquanto o IDH não sai do piché.

É muita pavulagem pra pouco resultado social, né não? O município produz o filé, mas vive no chibé.

Gargalos Estruturais: A Arquitetura do Subdesenvolvimento

A estagnação econômica experimentada por Tomé-Açu, fortemente justaposta à sua invejável abundância de recursos biológicos, agrícolas e capacidade produtiva, afasta a possibilidade de uma atribuição de causalidade meramente acidental ou derivada de infortúnios sazonais climáticos. Esse subdesenvolvimento persistente estrutura-se fundamentalmente através da confluência opressiva de quatro pilares restritivos de caráter endêmico e institucional. Tais pilares agem simultaneamente para paralisar a atração de capital, desincentivar a inovação, expulsar investimentos e inviabilizar a transição estrutural rumo a um modelo urbano-industrial complexo.

Estrada de Chão e Luz que Falha: O Castigo de Tomé-Açu!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se tu pensas que o único problema do nosso parente é o preço da pimenta, te orienta porque a logística e a energia lá são uma verdadeira malineza que castiga o município há décadas. É o tal do “Custo Amazônia” que faz a gente trabalhar na bicuda e ver o lucro levar o farelo.


O Sufoco das Estradas: “Só o Barro, Mano!”

Para a riqueza sair da roça e virar dinheiro, ela precisa de estrada boa, mas em Tomé-Açu o que se viu por muito tempo foi um isolamento escroto.

  • Trânsito de Visagem: O escoamento da pimenta e das polpas dependia de estradas cheias de buraco e lama, sujeitas aos pés d'água da nossa região.

  • Frete Extorsivo: Os motoristas sofriam com o desgaste dos caminhões, e quem pagava o pato era o pequeno produtor, que recebia menos pelo seu produto pra cobrir o custo da manutenção mecânica.

  • A Ponte da Esperança: O Governo do Estado resolveu metar a cara e asfaltar a PA-256, fazendo até uma ponte de concreto sobre o Rio Acará pra ligar Tomé-Açu ao Moju e Ipixuna.

  • Atraso Invocado: Mesmo com o asfalto chegando, o abandono de anos deixou o lugar marcado, o que faz as grandes fábricas ficarem com medo de se instalar por lá.


O Apagão da Indústria: “Deu o Bug na Energia!”

Não adianta ter a melhor polpa de açaí se a luz faltar e o produto ficar com pitiú ou estragar, né não? A agroindústria de lá precisa de energia firme pra congelar e pasteurizar as frutas.

  • Energia Meia Tigela: A falta de luz estável e de alta tensão sempre foi um nó cego.

  • Remendo Caro: O governo teve que criar o PIS (Programa de Inclusão Socioeconômica) e gastar mais de R$ 41,6 milhões pra puxar 400 km de rede pro interior, que vivia no escuro produtivo.

  • Custo de Carapanã: Sem energia de confiança, as fábricas tinham que usar geradores caros, o que espanta qualquer investidor que queira ser bacana e crescer na região.

É mermo é? Sem estrada e sem luz de rocha, o desenvolvimento de Tomé-Açu continua embiocado.

O Nó Cego do Crédito: O Banco quer Documento e o Caboco só tem o Suor, Mano!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Se a gente já tava matutando que a vida em Tomé-Açu tá ralada, agora a fofoca ficou foi invocada. O problema é que pra fazer os Sistemas Agroflorestais (SAFs) darem certo, precisa de um pudê de dinheiro investido por muito tempo, já que as árvores demoram a crescer. E onde é que tem esse dinheiro? No tal do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), que deveria ser a espinha dorsal pra ajudar o parente aqui da nossa região.


O Bloqueio dos Bancos: “Te Sai, que tu não tem Papel!”

Aí é que o bicho pega. O banco (como o BASA) usa umas regras que parecem ter sido feitas lá na caixa prego, praquelas fazendas gigantes do Sul, e não pro nosso caboco.

  • Falta de Papelada: O banco quer ver “fluxo de caixa auditado” e contabilidade de luxo, mas o pequeno produtor quase nunca tem esses registros sistemáticos.

  • Risco Máximo: Como o banco não entende como o agricultor trabalha, ele carimba todo mundo como “Risco Máximo” ou inadimplente antes mesmo de começar.

  • Garantia de Doido: Quando aprovam algo, é com juro lá na baixa da égua e exigindo a terra toda como garantia, em vez de só a safra.


O Clima e a Dívida: “Levou o Farelo!”

Pra completar a bandalheira, ainda tem o tempo doido. Se cai um toró fora de hora ou dá uma seca escrota, o produtor perde tudo e não tem um seguro rural que preste.

  • Sem Seguro: Quase não existe seguro climático justo pra nossa realidade na Amazônia.

  • Endividamento Maceta: O prejuízo vira uma dívida que engole o pouco lucro que sobra. No Brasil todo, esse buraco de dívida rural já chega a R$ 1,2 trilhões.

  • Desistência: Exaurido e liso, muito lavrador em Tomé-Açu acaba vendendo a terra pra especulador e pega o beco.

É mermo é? O banco tem o dinheiro, o caboco tem a terra, mas essa falta de entendimento faz a riqueza escafeder-se das mãos de quem realmente trabalha.

Êxodo Rural e o “Aperto” na Cidade: O Caboco sem Terra e sem Prumo

Olha já, minha galera do veropeso.shop! O “nem te conto” de hoje é triste de verdade. Sabe aquele parente que trabalhava na roça e levava a vida de bubulhaa? Pois é, por causa do tal “ciclo do porco” e das pragas que matam a plantação , muita gente está perdendo tudo e sendo expulsa do campo. É uma força violenta que arranca o caboco da sua terra.


O Êxodo: Da Roça pro “Aperto” da Sede

Quando a unidade camponesa fica sem capital, ela leva o farelo e o jeito é fugir pra sede do município.

  • Em busca de migué: Essa gente não quer mais saber da lide agrária; chega na cidade tentando viver de auxílio do governo ou de algum bico no comércio que é muito palha.

  • Crescimento sem Norte: A cidade cresce igual muleque doido, sem planejamento nenhum.

  • Saneamento de Meia Tigela: Tu acreditas que o esgoto apropriado só chega em 2,6% do município?. É um absurdo!

  • Calor de Matar: A arborização nas ruas é pífia, só 41% , e as escolas estão sofrendo com tanta gente jovem chegando e sem estrutura.


A “Gentrificação”: O Pobre não tem Onde Morar

Aí, quando o governo resolve fazer uma graça e “embelezar” ou regularizar alguma área, acontece um negócio sádico.

  • Valorização Artificial: O preço do chão sobe tão rápido que parece um toró.

  • Expulsão: Os primeiros moradores, que são muito empobrecidos, não aguentam o preço e são expulsos de novo.

  • Bolsões de Pobreza: Essa massa de gente vai parar em invasões ainda mais insalubres e perigosas. É uma precarização circular que não acaba nunca.

É mermo é? O insucesso da terra, sem ajuda de ninguém, joga o povo pro meio da rua e a cidade vira um caos sem horizonte.

Economia de Enclave: Tomé-Açu produz o “Filé” e fica só com o “Pitiú” do Lucro!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Para fechar essa análise com chave de ouro — ou melhor, com semente de cacau certificada — a gente precisa falar do maior nó cego de todos: a tal da “Economia de Enclave”. Sabe o que é isso? É quando o lugar produz uma ruma de coisa valiosa, mas a riqueza não “abicora” na cidade; ela pega o beco de rabeta direto para o bolso de grandes empresas no Sudeste ou no exterior.


O Empreendedorismo tá “Paia” e no Vácuo

Enquanto no passado a gente tinha aquela herança inovadora dos colonos, hoje o espírito empreendedor em Tomé-Açu está mais devagar que cágado em ladeira.

  • Dependência da Prefeitura: Como já falamos, a burocracia do funcionalismo público engole 35,9% de toda a riqueza gerada (VAB). Isso acaba com a vontade da turma de abrir negócio próprio.

  • Número de Rir pra não Chorar: Em todo o ano de 2025, só foram abertos 27 novos CNPJs no município.

  • Janeiro de 2026 no “Zero”: O IBGE registrou que em janeiro de 2026 não abriu nenhuma empresa formal na cidade. É o vácuo total!

  • Ranking de Competitividade: Por causa disso, Tomé-Açu está na rabeira dos rankings, com notas baixíssimas em crescimento (12,3) e densidade de negócios (12,32).


Extrativismo de Luxo, mas Lucro de “Mizura”

A gente produz pimenta a granel, óleo de palma bruto e cacau ensacado em quantidades macetas. Mas o que acontece?

  • Êxodo Comercial: Esses produtos saem daqui “sujos” ou sem processamento fino.

  • Margem pros Outros: Quem ganha o dinheiro de verdade — aquele lucro alto da cosmetologia de luxo ou dos chocolates finos — são as multinacionais e as trades lá de fora.

  • Trabalho Pesado, Salário Baixo: Como a gente não tem indústria sofisticada, o que sobra pro nosso parente é o trabalho bruto na lavoura, como tratorista ou colhedor.

  • Pobreza Equalizada: É por isso que 64,5% da renda do município continua presa nas classes D e E. O caboco se acaba de trabalhar na “mão de obra servil” enquanto o conhecimento e o dinheiro grosso ficam na caixa prego.


O que fazer: É hora de “Indireitar” o Rumo!

Tomé-Açu não pode ser só um lugar de onde se tira as coisas. A gente tem que parar de ser apenas um “enclave” e começar a transformar esse cacau em chocolate premiado e esse dendê em cosmético caro bem aqui, no nosso jirau! Só assim o desenvolvimento vai ser pai d'égua de verdade e o povo vai sair da roça.

Bioeconomia e UFRA: A Chave pra Deixar de ser “Escravo” da Matéria-Prima!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Depois de tanto matutar sobre os problemas, tá na hora de falar da solução pra tirar Tomé-Açu dessa “panemisse” do baixo IDH. O caminho das pedras pra gente viver de bubulhaa é a tal da Bioeconomia, transformando nossa riqueza com inteligência e tecnologia.


O Escudo da CAMTA: Defesa Contra Atravessador

A nossa velha e boa CAMTA não é só uma cooperativa, é um escudo de rocha pro produtor.

  • Barreira Contra Malandro: Ela protege o parente dos atravessadores que querem pagar uma mizura pelo produto.

  • Garantia de Fluxo: Com seu parque industrial, ela garante que a produção do SAFTA e o nosso cacau com IG não leve o farelo por falta de processamento.


O Nó Cego da Gestão: “Bora Estudar, Mano!”

Sabe por que o crédito do BASA não sai? Porque falta o tal do balanço contábil que os bancos exigem. O governo viu que o bloqueio era na “caixa dos peitos” (no conhecimento) e resolveu metar a cara trazendo a universidade pra cá.

UFRA: A Fábrica de Gente “Ladina”

A chegada do campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) em Tomé-Açu é o que vai indireitar o nosso futuro.

  • Desde 2014 na Lide: O campus já veio com 12 cursos superiores pra formar a nossa juventude.

  • Contabilidade e Administração: Com turmas de 50 alunos por ano, o foco é criar gestores que saibam falar a “língua dos bancos”.

  • Destravando o FNO: Se o caboco aprender a fazer a contabilidade de rocha, o dinheiro do FNO sai e a gente para de depender só de migué.


O Futuro: Startups e Tecnologia “Só o Filé”

O plano é que esses novos formados criem startups pra processar o açaí e o dendê aqui mesmo, com biotecnologia de ponta.

  • Fim da Escravidão Primária: Chega de só exportar o caroço bruto e o óleo sujo pra ganhar pouco.

  • Valor Agregado: Vamos vender é o extrato fino, o cosmético caro e o chocolate premiado.

É mermo é? Com a UFRA formando gente cabeça e a CAMTA segurando a ponta, Tomé-Açu vai deixar de ser “enclave” pra virar o bicho na Bioeconomia mundial!

Tomé-Açu: O Veredito é de Rocha – Muita Produção, mas o Caboco ainda tá na Pior!

Olha já, minha galera do veropeso.shop! Chegamos no final dessa investigação maceta sobre Tomé-Açu. A conclusão é uma só e não tem migué: ser o campeão da pimenta, do cacau e do açaí nos rankings do IBGE não é passaporte pra todo mundo viver de bubulhaa. O município é o bicho na produção, mas a vida do povo continua ralada.


O Brilho que Vem de Fora (A Vanguarda)

Não se pode negar que Tomé-Açu tem uma pavulagem que é real. O nome da cidade brilha no estrangeiro por causa de:

  • Hegemonia de Rocha: Liderança absoluta na pimenta-do-reino, no açaí nativo, no cacau certificado e no dendê.

  • Tecnologia Pai d'Égua: O SAFTA é reconhecido no mundo todo como uma vanguarda sustentável que é só o filé.


O Nó Cego do Subdesenvolvimento (A Realidade)

Mas espia só o que a técnica mostrou: existe um abismo entre a riqueza do campo e o bem-estar da cidade.

  • Economia de Enclave: A grana vaza de rabeta pra fora da região, deixando o lucro grosso com empresas do Sudeste e multinacionais.

  • Povo no Chibé: O trabalhador local fica refém de salários baixos e da burocracia do governo, enquanto a riqueza não vira escola nem hospital.

  • O Banco te Sai: O crédito do FNO não chega no pequeno porque as exigências contábeis são invocadas demais e não entendem a realidade amazônica.

  • Cidade no Prego: O êxodo rural joga o povo pra sede do município, que padece com falta de asfalto, energia que dá passamento e quase nada de esgoto.


O Plano pra “Indireitar” o Rumo

Pra parar de caminhar pro atraso e sair desse piché de baixo IDH, o caminho é a ruptura:

  1. Educação Ladina: Usar a UFRA e o cooperativismo pra formar gente cabeça que saiba gerir o negócio.

  2. Marca Própria: Dominar as patentes e a industrialização aqui dentro, pra que o lucro do açaí e do cacau abicore no bolso do nosso povo.

  3. Bioeconomia de Rocha: Seguir as diretrizes da Fapespa pra transformar a floresta em riqueza que fica no seio municipal.

É mermo é? Tomé-Açu tem tudo pra ser o creme, mas precisa de um planejamento que não seja meia tigela!


Referências citadas

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  3. CAMTA, acessado em fevereiro 12, 2026, https://www.camta.com.br/
  4. Pará fecha 2023 como líder na produção de açaí e cacau, além de mais três importantes culturas agrícolas – Portal Amazônia, acessado em fevereiro 12, 2026, https://portalamazonia.com/economia/para-fecha-2023-como-lider-na-producao-de-acai-e-cacau-alem-de-mais-tres-importantes-culturas-agricolas/
  5. Pará fecha 2023 como líder absoluto na produção de açaí e dendê além de mais três importantes culturas agrícolas, acessado em fevereiro 12, 2026, https://agenciapara.com.br/noticia/50282/para-fecha-2023-como-lider-absoluto-na-producao-de-acai-e-dende-alem-de-mais-tres-importantes-culturas-agricolas
  6. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA – repositorio ipea, acessado em fevereiro 12, 2026, https://repositorio.ipea.gov.br/bitstreams/5e38243f-fc76-4968-8094-84db4b4988f8/download
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